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12/03/2009 - 07:25

“Pressionando o açaí por respostas”

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O açaí faz mesmo bem? Só em 2008, 53 novos produtos contendo açaí foram lançados nos Estados Unidos (em 2004 foram apenas 4), informa o New York Times de hoje, com foto de Andre Penner (acima). Agora, as pessoas começam a questionar se as virtudes propagandeadas são mesmo verdadeiras. Leia a reportagem (em inglês).

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
03/02/2009 - 13:05

Chorar faz bem?

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Chorar faz bem? Proporciona uma “catarse saudável”? Não sempre e não para todo mundo, informa um novo estudo que joga luz sobre essa questão. A matéria está na edição de hoje do New York Times. Boa pauta.

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
30/01/2009 - 06:25

Os bebês sabem: sujeira é bom

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Os bebês costumam colocar sujeira na boca — e esse é um bom hábito, informa esta matéria publicada pelo New York Times (uma das mais lidas no site do jornal).

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
28/01/2009 - 06:21

Cochilo: o guia do especialista

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Da série “dicas para o nosso conturbado e estressante cotidiano”: jornalista do jornal The Guardian ensina como tirar um bom cochilo. A matéria acompanha um infográfico (clique na imagem acima para ampliar).

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
22/01/2009 - 06:50

Compre comida de verdade

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Sugestão de leitura: a reportagem “Comida de Verdade“, de Marcia Bindo, publicada na edição de fevereiro da revista Vida Simples. Com a ajuda de nutricionistas e especialistas em alimentação, Márcia percorreu supermercados e identificou sete regras importantes que ajudarão a simplificar futuras compras e a identificar de vez quais são os alimentos mais saudáveis das gôndolas. Abaixo, reproduzo a primeira regra que aparece no texto:

(…) 1- Coma comida (ou evite o que a sua bisavó não reconheceria como alimento) Trocando em miúdos: é muito mais interessante para sua saúde ingerir alimentos frescos e integrais, a boa e velha comidinha caseira, do que processados e industrializados. Por isso vale lembrar a época de nossos bisavós (ou até tataravós) e recuar no tempo há pelo menos 80 anos, numa época em que não havia tantos produtos para comer empacotados. Por quê? Bem, é que hoje existe uma penca de outras substâncias comestíveis com aparência de comida, como explica Michael Pollan em seu livro Em Defesa da Comida. O jornalista americano – e o mais recente guru da alimentação – fez uma extensa pesquisa sobre a mudança de comportamento alimentar ocidental nas últimas décadas. Colunista de gastronomia do New York Times, ele constatou que a preferência de consumo migrou drasticamente nos últimos anos dos produtos encontrados na natureza, como um singelo pé de alface, uma peça de alcatra e um suco de laranja, para os práticos alimentos embalados – o que ele chama, não sem polêmica, de comida de imitação. Entram nessa categoria lasanhas, tortas e sobremesas prontas, sucos e sopas em pó, nuggets e hambúrgueres que são uma moleza de preparar.

O ponto levantado pelo jornalista é que não sabemos mais ao certo o que estamos colocando da boca para dentro. Porque, para um alimento ou prato prontos durarem bastante na nossa geladeira ou despensa, são adicionados uma série de outros ingredientes que não fazemos a menor idéia do que sejam. Mas o pior mesmo, segundo Pollan, é que muitas doenças adquiridas pelos hábitos alimentares surgiram dessa nova dieta ocidental rápida de preparar, mas com superabundância de calorias e principalmente três perigosos ingredientes: açúcar, sal e gorduras, que nosso corpo tem uma predisposição a gostar e cujos sabores são difíceis de achar na natureza, mas são bastante comuns e abundantes em comidas processadas.

Daí que separar o joio do trigo nas gôndolas dos supermercados ficou uma missão quase impossível. Tanto é que uma pesquisa realizada entre dezembro de 2007 e janeiro de 2008 pelo Instituto de Pesquisas Ipsos mostrou que 49% dos entrevistados brasileiros têm mesmo a maior dificuldade em escolher e identificar alimentos saudáveis.

A boa notícia é que a própria indústria alimentícia começou um movimento para melhorar o perfil nutricional dos seus produtos. Um exemplo é a criação do Programa Minha Escolha, uma iniciativa global de representantes da indústria (que acontece em mais de 50 países, inclusive no Brasil) que estabeleceu critérios em relação às quantidades de quatro nutrientes: gorduras saturadas, gorduras trans, açúcares e o sódio (sal) – que, quando consumidos em excesso, causam doenças como diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares, segundo a Organização Mundial de Saúde. Os produtos que têm quantidades controladas desses nutrientes recebem o selinho Minha Escolha em suas embalagens. Outro jeito de maneirar o consumo desses nutrientes em produtos industrializados é dar uma bela olhada no rótulo: os ingredientes aparecem primeiro na ordem de maior quantidade.

Uma tendência importante que está acontecendo em todo o globo é o renascimento da agricultura local e orgânica, que está aí para comprovar que é possível sim voltar a comer comida de verdade sem precisar voltar ao tempo da bisavó ou abandonar o supermercado – e a civilização. (…)”

Autor: - Categoria(s): Comportamento, saúde Tags: ,
16/01/2009 - 06:32

Uso de ketamina cresce no Reino Unido

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No Reino Unido, a ketamina (um tranquilizante para cavalos) está substituindo a cocaína como a droga da hora entre os britânicos, informa o Independent.

Autor: - Categoria(s): drogas, saúde Tags: ,
12/01/2009 - 06:58

Por que engarrafar o leite materno?

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Na New Yorker que chega às bancas hoje, uma reportagem interessante sobre o hábito das mães contemporâneas de armazenar leite materno usando um aparelho elétrico de sucção. “Se dar o peito é a melhor solução, por que as mulheres estão engarrafando o leite?”, pergunta o editor da matéria. O texto começa listando as novas questões legais relacionadas ao tema que passaram a existir de uma hora para outra: uma mulher pode carregar vasilhames contendo seu próprio leite num avião? Uma mulher pode vender seu próprio leite na internet? Um banco de leite materno pode pagar pelo leite de uma mulher? Se uma doadora de leite beber álcool em excesso — parte desse álcool pode ir parar nas glândulas mamárias — ela pode ser acusada de abuso?

A matéria informa que antes dos anos 90, essas máquinas de tirar leite materno eram peças sofisticadas de equipamento médico e geralmente só estavam disponíveis em hospitais, onde eram usadas para tirar leite de mães que tinham problemas nos bicos dos seios e de mães de crianças muito fracas para sugar. “Hoje, esses aparelhos são um acessório pessoal tão presente que estão mais para celulares do que para catéteres”. Algum jornal ou revista poderia traduzir e publicar esse texto. É um tema que dá audiência.

Autor: - Categoria(s): Comportamento, história, saúde Tags:
04/12/2008 - 06:37

Quantas calorias você bebeu ontem à noite?

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Quantas calorias você bebeu ontem à noite? Use este link da BBC para calcular (e para comparar com alguns alimentos que você eventualmente consome).

Autor: - Categoria(s): internet, saúde Tags:
17/10/2008 - 06:30

Disco music pode salvar vidas

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“Disco music pode salvar vidas”, diz este texto publicado no blog de saúde do Wall Street Journal. Mais precisamente, o clássico “Stayin’Alive“, dos Bee Gees. (Leia a notícia para saber mais detalhes). A fonte é um estudo da University of Illinois College of Medicine. Interessante.

Autor: - Categoria(s): medicina, Música, saúde Tags: ,
15/10/2008 - 07:28

“Recessões podem ser saudáveis”

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Texto de Tara Parker-Pope, traduzido pela Revista da Semana, diz que “recessões podem ser saudáveis” porque “em tempos de prosperidade as pessoas não se cuidam”, bebendo e comendo demais. Um trecho:

“Muita gente anda preocupada com a saúde da economia. Mas será que a economia também afeta a saúde? Sim, embora nem sempre como imaginamos. Dados relativos à influência da desaceleração econômica sobre a saúde são surpreendentemente ambíguos. É evidente que ganhos econômicos de longo prazo levam a melhorias na saúde geral da população, tanto em países em desenvolvimento quanto nos industrializados. Mas o impacto do atual colapso econômico depende, em parte, dos hábitos individuais na época das vacas gordas. Estudos econômicos sugerem que as pessoas tendem a não se cuidar em tempos de prosperidade – bebem demais (especialmente antes de dirigir), entopem-se com refeições gordurosas e deixam de lado a ginástica e as consultas médicas por causa da correria no trabalho. “O valor do tempo é maior na bonança”, diz Grant Miller, da Universidade Stanford. “As pessoas trabalham mais e fazem menos coisas sadias, como cozinhar e se exercitar.”

Autor: - Categoria(s): Comportamento, saúde, sociedade Tags:
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