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04/08/2008 - 06:11

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Circular: “O adágio Ex oriente lux, expressão latina que significa ‘a luz vem do Oriente’, comporta dois significados. O mais imediato diz respeito à luz do Sol: é lá que ela nasce, nos países do ‘Levante’, e depois aos poucos se projeta sobre esta parte do planeta onde vivemos, dissipando a escuridão e embriaguez do sono. O outro significado dessa expressão, conhecida dos antigos romanos, é mais sutil. Está ligado não aos raios solares, mas à sabedoria necessária no percurso da existência humana.

Sempre que o mundo ocidental entrou em crise, ou se viu diante de dilemas e incertezas, de algum modo se voltou para o Oriente – em busca de orientação, como a própria palavra já indica. Foi assim com os sábios gregos; com o general macedônio Alexandre; com as caravanas medievais ao tempo de Marco Polo; com os navegadores ibéricos; com artistas europeus do século 19; com o psicólogo suíço Carl Gustav Jung, adepto do I Ching; com o escritor Herman Hesse, cuja ficção está permeada da filosofia oriental; com os Beatles, que foram à Índia e usaram cítaras; e assim também com os expoentes da contracultura, na década de 1960.

O Oriente, como um velho senhor que pouco sai de casa, ou um guru silencioso, sempre esperou que o Ocidente fosse até ele, em busca de verdades milenares que funcionam como faróis em meio ao oceano. O Oriente esperava, não se movia; e daqui partiam os peregrinos, as caravelas, os poetas e os visionários, para trazer especiarias espirituais e pérolas filosóficas buriladas pelo tempo. Traziam e as aplicavam aqui e ali, em pequena escala, numa sociedade dominada pela febre da produção e da velocidade.” (Renato Modernell, em “Budismo e Educação no Brasil“).

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Circular: “O adágio Ex oriente lux, expressão latina que significa ‘a luz vem do Oriente’, comporta dois significados. O mais imediato diz respeito à luz do Sol: é lá que ela nasce, nos países do ‘Levante’, e depois aos poucos se projeta sobre esta parte do planeta onde vivemos, dissipando a escuridão e embriaguez do sono. O outro significado dessa expressão, conhecida dos antigos romanos, é mais sutil. Está ligado não aos raios solares, mas à sabedoria necessária no percurso da existência humana.

Sempre que o mundo ocidental entrou em crise, ou se viu diante de dilemas e incertezas, de algum modo se voltou para o Oriente – em busca de orientação, como a própria palavra já indica. Foi assim com os sábios gregos; com o general macedônio Alexandre; com as caravanas medievais ao tempo de Marco Polo; com os navegadores ibéricos; com artistas europeus do século 19; com o psicólogo suíço Carl Gustav Jung, adepto do I Ching; com o escritor Herman Hesse, cuja ficção está permeada da filosofia oriental; com os Beatles, que foram à Índia e usaram cítaras; e assim também com os expoentes da contracultura, na década de 1960.

O Oriente, como um velho senhor que pouco sai de casa, ou um guru silencioso, sempre esperou que o Ocidente fosse até ele, em busca de verdades milenares que funcionam como faróis em meio ao oceano. O Oriente esperava, não se movia; e daqui partiam os peregrinos, as caravelas, os poetas e os visionários, para trazer especiarias espirituais e pérolas filosóficas buriladas pelo tempo. Traziam e as aplicavam aqui e ali, em pequena escala, numa sociedade dominada pela febre da produção e da velocidade.” (Renato Modernell, em “Budismo e Educação no Brasil“).

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Sempre que o mundo ocidental entrou em crise, ou se viu diante de dilemas e incertezas, de algum modo se voltou para o Oriente – em busca de orientação, como a própria palavra já indica. Foi assim com os sábios gregos; com o general macedônio Alexandre; com as caravanas medievais ao tempo de Marco Polo; com os navegadores ibéricos; com artistas europeus do século 19; com o psicólogo suíço Carl Gustav Jung, adepto do I Ching; com o escritor Herman Hesse, cuja ficção está permeada da filosofia oriental; com os Beatles, que foram à Índia e usaram cítaras; e assim também com os expoentes da contracultura, na década de 1960.

O Oriente, como um velho senhor que pouco sai de casa, ou um guru silencioso, sempre esperou que o Ocidente fosse até ele, em busca de verdades milenares que funcionam como faróis em meio ao oceano. O Oriente esperava, não se movia; e daqui partiam os peregrinos, as caravelas, os poetas e os visionários, para trazer especiarias espirituais e pérolas filosóficas buriladas pelo tempo. Traziam e as aplicavam aqui e ali, em pequena escala, numa sociedade dominada pela febre da produção e da velocidade.” (Renato Modernell, em “Budismo e Educação no Brasil“).

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17/06/2008 - 06:05

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Circular: “‘O jornalista é um apaixonado pela profissão, um ser vaidoso que põe todos os demais assuntos, inclusive a vida familiar, em segundo plano.’ A conclusão é da antropóloga e jornalista Isabel Siqueira Travancas, na sua tese O mundo do jornalista, de 230 páginas. Com base em 52 depoimentos, ela apurou que os jornalistas se queixam de trabalhar muito e ganhar pouco. Mas persistem no ofício, pelo prestígio, pela ausência de rotina e pelo fascínio de lidar com com conceitos humanos.” (Renato Modernell em “Os Jornalistas – O Romance do Carrossel”).

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Circular: “‘O jornalista é um apaixonado pela profissão, um ser vaidoso que põe todos os demais assuntos, inclusive a vida familiar, em segundo plano.’ A conclusão é da antropóloga e jornalista Isabel Siqueira Travancas, na sua tese O mundo do jornalista, de 230 páginas. Com base em 52 depoimentos, ela apurou que os jornalistas se queixam de trabalhar muito e ganhar pouco. Mas persistem no ofício, pelo prestígio, pela ausência de rotina e pelo fascínio de lidar com com conceitos humanos.” (Renato Modernell em “Os Jornalistas – O Romance do Carrossel”).

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Circular: “‘O jornalista é um apaixonado pela profissão, um ser vaidoso que põe todos os demais assuntos, inclusive a vida familiar, em segundo plano.’ A conclusão é da antropóloga e jornalista Isabel Siqueira Travancas, na sua tese O mundo do jornalista, de 230 páginas. Com base em 52 depoimentos, ela apurou que os jornalistas se queixam de trabalhar muito e ganhar pouco. Mas persistem no ofício, pelo prestígio, pela ausência de rotina e pelo fascínio de lidar com com conceitos humanos.” (Renato Modernell em “Os Jornalistas – O Romance do Carrossel”).

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11/06/2008 - 06:07

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Circular: “E agora essa alegria ambígua, a alquimia: o crepúsculo de domingo celebra a passagem do vinho ao vinagre, processo secreto que me faz dissipar quem sou e reencarnar quem fui. Não sei quanto me resta. Só sei que estarás aqui quando eu, incógnito como cheguei, já tiver partido. Qual será o último filme, a última pizza? Só os duvidosos deuses enxergam o número de série de cada objeto e de cada gesto. No domingo, eles se divertem jogando bingo. Somos as pedrinhas saindo do saco escuro.” (Renato Modernell em “Os Jornalistas – O Romance do Carrossel”)

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11/06/2008 - 06:07

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Circular: “E agora essa alegria ambígua, a alquimia: o crepúsculo de domingo celebra a passagem do vinho ao vinagre, processo secreto que me faz dissipar quem sou e reencarnar quem fui. Não sei quanto me resta. Só sei que estarás aqui quando eu, incógnito como cheguei, já tiver partido. Qual será o último filme, a última pizza? Só os duvidosos deuses enxergam o número de série de cada objeto e de cada gesto. No domingo, eles se divertem jogando bingo. Somos as pedrinhas saindo do saco escuro.” (Renato Modernell em “Os Jornalistas – O Romance do Carrossel”)

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Circular: “E agora essa alegria ambígua, a alquimia: o crepúsculo de domingo celebra a passagem do vinho ao vinagre, processo secreto que me faz dissipar quem sou e reencarnar quem fui. Não sei quanto me resta. Só sei que estarás aqui quando eu, incógnito como cheguei, já tiver partido. Qual será o último filme, a última pizza? Só os duvidosos deuses enxergam o número de série de cada objeto e de cada gesto. No domingo, eles se divertem jogando bingo. Somos as pedrinhas saindo do saco escuro.” (Renato Modernell em “Os Jornalistas – O Romance do Carrossel”)

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10/06/2008 - 06:04

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Circular: “O inferno dos vivos não é algo que será; se existe, é aquele que já está aqui, o inferno em que vivemos cada dia, que formamos estando juntos. Há duas maneiras de não sofrer. Uma é fácil à maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte dele até deixar de percebê-lo. A outra é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.” (Marco Polo em “As Cidades Invisíveis”, de Italo Calvino, citado por Renato Modernell em “Os Jornalistas – O Romance do Carrosel”).

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