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23/09/2008 - 06:10

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Circular: “Nós estamos tão atormentados pelo caos de estímulos que nos obcecam, que terminamos nos tornando dependentes dele. Não são tais condições deploráveis para a produção futura de obras de arte que sejam comparáveis àquelas que a humanidade criou nos séculos precedentes? […] Estamos todos envenenados. Creio-me justificado em afirmar que padecemos de uma intoxicação de energia, assim como estamos intoxicados de pressa.” (Paul Valéry, 1932 & 1935, via “O Livro das Citações”.)

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Circular: “Quanto ao mais importante dos nossos sentidos — o nosso senso interno do intervalo entre o desejo e posse, que nada mais é que o sentido de duração, aquele sentimento do tempo que antes se comprazia com a velocidade dos cavalos –, ele agora considera os mais velozes trens vagarosos em demasia, e nos afligimos de impaciência entre um telegrama e outro. Ansiamos pela sucessão dos eventos como se fossem comida que nunca está suficientemente condimentada. Se não há, todas as manhãs, um grande desastre no mundo, sentimos um certo vazio: ‘Não há nada hoje nos jornais’, dizemos”. (Paul Valéry, 1935, via “O Livro das Citações”).

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Circular: “Quanto ao mais importante dos nossos sentidos — o nosso senso interno do intervalo entre o desejo e posse, que nada mais é que o sentido de duração, aquele sentimento do tempo que antes se comprazia com a velocidade dos cavalos –, ele agora considera os mais velozes trens vagarosos em demasia, e nos afligimos de impaciência entre um telegrama e outro. Ansiamos pela sucessão dos eventos como se fossem comida que nunca está suficientemente condimentada. Se não há, todas as manhãs, um grande desastre no mundo, sentimos um certo vazio: ‘Não há nada hoje nos jornais’, dizemos”. (Paul Valéry, 1935, via “O Livro das Citações”).

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Circular: “Quanto ao mais importante dos nossos sentidos — o nosso senso interno do intervalo entre o desejo e posse, que nada mais é que o sentido de duração, aquele sentimento do tempo que antes se comprazia com a velocidade dos cavalos –, ele agora considera os mais velozes trens vagarosos em demasia, e nos afligimos de impaciência entre um telegrama e outro. Ansiamos pela sucessão dos eventos como se fossem comida que nunca está suficientemente condimentada. Se não há, todas as manhãs, um grande desastre no mundo, sentimos um certo vazio: ‘Não há nada hoje nos jornais’, dizemos”. (Paul Valéry, 1935, via “O Livro das Citações”).

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