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05/06/2008 - 06:04

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Circular: “As companheiras do homem, mesmo que mostrem respeito por seus méritos ou autoridade, sempre o vêem secretamente como um jumento, e com uma sensação próxima da piedade. O que ele diz ou faz, por mais brilhante, raramente as engana; elas vêem o homem como ele é por dentro e o consideram um sujeito oco e patético. Neste fato, talvez resida uma das melhores provas da inteligência feminina. As características desta assim chamada intuição são simplesmente uma aguda e acurada percepção da realidade, uma imunidade natural ao encantamento emocional e uma incansável capacidade para distinguir claramente entre a aparência e a substância. A aparência do homem, no círculo familiar comum, é a de um magnífico herói, um semideus. A substância é a de um pobre coitado. (…) Intuição? Uma ova! As mulheres são as supremas realistas da espécie. Aparentemente ilógicas, elas detêm uma superlógica rara e sutil (…)” (“A Mente Feminina”, de H.L. Mencken, 1918; em “O Livro dos Insultos de H.L Mencken”)

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Circular: “As companheiras do homem, mesmo que mostrem respeito por seus méritos ou autoridade, sempre o vêem secretamente como um jumento, e com uma sensação próxima da piedade. O que ele diz ou faz, por mais brilhante, raramente as engana; elas vêem o homem como ele é por dentro e o consideram um sujeito oco e patético. Neste fato, talvez resida uma das melhores provas da inteligência feminina. As características desta assim chamada intuição são simplesmente uma aguda e acurada percepção da realidade, uma imunidade natural ao encantamento emocional e uma incansável capacidade para distinguir claramente entre a aparência e a substância. A aparência do homem, no círculo familiar comum, é a de um magnífico herói, um semideus. A substância é a de um pobre coitado. (…) Intuição? Uma ova! As mulheres são as supremas realistas da espécie. Aparentemente ilógicas, elas detêm uma superlógica rara e sutil (…)” (“A Mente Feminina”, de H.L. Mencken, 1918; em “O Livro dos Insultos de H.L Mencken”)

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14/05/2008 - 06:04

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Circular: “‘O que chamamos de progresso’, disse Havelock Ellis, ‘é apenas a substituição de um aborrecimento por outro aborrecimento’. A idéia é tão óbvia que já deve ter ocorrido, de vez em quando, até a algum ministro de Estado. Deve haver pessoas, por exemplo, que gostam do som de um telefone tocando, mas, se existem, não conheço nenhuma. (…) O telefone atual foi tão aperfeiçoado que está para o seu progenitor de 1880 como um encouraçado está para o tosco Clermont de Fulton. Mas, em todo esse tempo, ninguém se lembrou de aperfeiçoar o som de sua campainha. Ele continua estridente e intolerável, mesmo quando se tenta sufocá-lo com travesseiros. (…) O telefone, acredito, é o maior avanço para chatos já inventado.” (H.L. Mencken, 1931, em “O livro dos insultos de H.L. Mencken”).
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14/05/2008 - 06:04

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Circular: “‘O que chamamos de progresso’, disse Havelock Ellis, ‘é apenas a substituição de um aborrecimento por outro aborrecimento’. A idéia é tão óbvia que já deve ter ocorrido, de vez em quando, até a algum ministro de Estado. Deve haver pessoas, por exemplo, que gostam do som de um telefone tocando, mas, se existem, não conheço nenhuma. (…) O telefone atual foi tão aperfeiçoado que está para o seu progenitor de 1880 como um encouraçado está para o tosco Clermont de Fulton. Mas, em todo esse tempo, ninguém se lembrou de aperfeiçoar o som de sua campainha. Ele continua estridente e intolerável, mesmo quando se tenta sufocá-lo com travesseiros. (…) O telefone, acredito, é o maior avanço para chatos já inventado.” (H.L. Mencken, 1931, em “O livro dos insultos de H.L. Mencken”).
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Circular: “‘O que chamamos de progresso’, disse Havelock Ellis, ‘é apenas a substituição de um aborrecimento por outro aborrecimento’. A idéia é tão óbvia que já deve ter ocorrido, de vez em quando, até a algum ministro de Estado. Deve haver pessoas, por exemplo, que gostam do som de um telefone tocando, mas, se existem, não conheço nenhuma. (…) O telefone atual foi tão aperfeiçoado que está para o seu progenitor de 1880 como um encouraçado está para o tosco Clermont de Fulton. Mas, em todo esse tempo, ninguém se lembrou de aperfeiçoar o som de sua campainha. Ele continua estridente e intolerável, mesmo quando se tenta sufocá-lo com travesseiros. (…) O telefone, acredito, é o maior avanço para chatos já inventado.” (H.L. Mencken, 1931, em “O livro dos insultos de H.L. Mencken”).
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