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30/09/2008 - 07:19

Um lembrete: Machado de Assis na web

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Notícia que recebi por e-mail e que vale a pena divulgar por aí: foi lançada na semana passada, na Fundação Biblioteca Nacional, a Coleção Digital Machado de Assis, “resultado de uma parceria entre o Portal Domínio Público (…) e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Lingüística (Nupill), da Universidade Federal de Santa Catarina. A página eletrônica com a obra completa (romances, contos, crônicas, entre outros) do autor está em formato digital no endereço: portal.mec.gov.br/machado.

A edição digital é composta por 246 arquivos, que se apresentam para leitura em tela e para download, nos formatos html e pdf.”

Imperdível.

Autor: - Categoria(s): internet, Livros Tags:
28/07/2008 - 06:10

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Circular: “Resta lembrar que a vida dos livros é vária como a dos homens. Uns morrem de vinte, outros de cinqüenta, outros de cem anos, ou de noventa e nove (…) Ora, esse prolongamento da vida, curto ou longo, é um pequeno retalho da glória. A imortalidade é que é de poucos.” (Machado de Assis, “A Semana”, 16/8/1896)

“Há muita coisa parasita, muita repetida, e muita que não valia a pena trazer da vida ao livro.” (Machado de Assis, “A Semana”, 27/12/1896)

“(…) o leitor, entretanto, não se refugia no livro, senão para escapar à vida.” (Machado de Assis, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”)

Autor: - Categoria(s): circular Tags:
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Circular: “Resta lembrar que a vida dos livros é vária como a dos homens. Uns morrem de vinte, outros de cinqüenta, outros de cem anos, ou de noventa e nove (…) Ora, esse prolongamento da vida, curto ou longo, é um pequeno retalho da glória. A imortalidade é que é de poucos.” (Machado de Assis, “A Semana”, 16/8/1896)

“Há muita coisa parasita, muita repetida, e muita que não valia a pena trazer da vida ao livro.” (Machado de Assis, “A Semana”, 27/12/1896)

“(…) o leitor, entretanto, não se refugia no livro, senão para escapar à vida.” (Machado de Assis, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”)

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28/07/2008 - 06:10

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Circular: “Resta lembrar que a vida dos livros é vária como a dos homens. Uns morrem de vinte, outros de cinqüenta, outros de cem anos, ou de noventa e nove (…) Ora, esse prolongamento da vida, curto ou longo, é um pequeno retalho da glória. A imortalidade é que é de poucos.” (Machado de Assis, “A Semana”, 16/8/1896)

“Há muita coisa parasita, muita repetida, e muita que não valia a pena trazer da vida ao livro.” (Machado de Assis, “A Semana”, 27/12/1896)

“(…) o leitor, entretanto, não se refugia no livro, senão para escapar à vida.” (Machado de Assis, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”)

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22/07/2008 - 06:23

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Circular: “E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.” (Machado de Assis, “Quincas Borba”).

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18/07/2008 - 06:10

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Circular: “Os acontecimentos parecem-se com os homens. São melindrosos, ambiciosos, impacientes, o mais pífio quer aparecer antes do mais idôneo, atropelam tudo, sem justiça nem modéstia…” (Machado de Assis, “A Semana”, 4/12/1892); “Acaso ou propósito? Custava-me a crer que fosse propósito, e o acaso vinha cheio de mistérios.” (Machado de Assis, “Uma noite”)

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18/07/2008 - 06:10

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Circular: “Os acontecimentos parecem-se com os homens. São melindrosos, ambiciosos, impacientes, o mais pífio quer aparecer antes do mais idôneo, atropelam tudo, sem justiça nem modéstia…” (Machado de Assis, “A Semana”, 4/12/1892); “Acaso ou propósito? Custava-me a crer que fosse propósito, e o acaso vinha cheio de mistérios.” (Machado de Assis, “Uma noite”)

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Circular: “Os acontecimentos parecem-se com os homens. São melindrosos, ambiciosos, impacientes, o mais pífio quer aparecer antes do mais idôneo, atropelam tudo, sem justiça nem modéstia…” (Machado de Assis, “A Semana”, 4/12/1892); “Acaso ou propósito? Custava-me a crer que fosse propósito, e o acaso vinha cheio de mistérios.” (Machado de Assis, “Uma noite”)

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