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20/02/2009 - 07:17

As capas da “Interview”

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Algumas das capas dos anos 80 da revista Interview eram mesmo boas. Marcaram época. Neste link dá para navegar por elas.

Autor: - Categoria(s): Design, Jornalismo Tags: ,
20/02/2009 - 06:51

Animação explica a crise do crédito

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The Crisis of Credit Visualized from Jonathan Jarvis on Vimeo.

Muito legal a animação acima, que explica de forma didática (em inglês) a crise do crédito nos Estados Unidos. Alcança um dos objetivos do jornalismo: torna claro algo que é complexo para a maioria. O trabalho está relacionado com a tese de Jonathan Jarvis no Media Desig Program do Art Center College of Design, em Pasadena. (Dica do Paulo S., via Planet Money).

Autor: - Categoria(s): animação, economia, Jornalismo Tags: , ,
20/02/2009 - 06:30

“Playboy” americana pode ser vendida

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O CEO da Playboy diz que considera vender a publicação (ou alterar sua direção estratégica). O problema: a revista perdeu muito dinheiro em 2008. Li na Folio. O jornal Chicago Tribune, da cidade em que a Playboy nasceu, também noticiou.

Autor: - Categoria(s): Jornalismo, negócios Tags: ,
19/02/2009 - 07:14

Cirurgia plástica confidencial

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A Vanity Fair mandou a repórter Melanie Berliet (essa aí da foto, que não se identificou como jornalista) procurar cirurgiões plásticos para ver se eles, movidos pela ganância ou por algum outro sentimento, recomendariam alguma intervenção — mesmo diante da óbvia conclusão de que isso seria supérfluo no caso dela. O resultado está na reportagem “Plastic Surgery Confidential“. A revista Veja em São Paulo fez exatamente essa mesma pauta há alguns anos (e, pelo que me lembro, obteve os mesmos resultados: recomendações de mudanças plásticas para uma moça que não precisava delas). (Atualização: o colega Edison Veiga, do Estadão, passou o link da matéria da Vejinha.)

Autor: - Categoria(s): Jornalismo Tags:
18/02/2009 - 11:20

As 15 maiores audiências de sites de jornais americanos

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Confira aqui (se é que ainda não pegou em outra fonte) as 15 maiores audiências de site de jornais americanos. O New York Times encabeça a lista, com uma média mensal de unique visitors de 19.503.667 (um crescimento de 33% em relação ao ano de 2007). Em segundo, mas bem atrás, aparece o site do USA Today, com 10.845.000. Via Nieman Journalism Lab.

Autor: - Categoria(s): Jornalismo Tags:
18/02/2009 - 07:26

“Se a reportagem desaparecer, o mundo ficará pior”

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Para jornalistas e estudantes de jornalismo, sugiro este texto da Salon: “The death of the news — If reporting vanishes, the world will get darker and uglier. Subsidizing newspapers may be the only answer. By Gary Kamiya“. Um tema recorrente.

Autor: - Categoria(s): Jornalismo Tags:
18/02/2009 - 06:31

Arquivo da “Gramophone” está na web

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Para quem gosta de música clássica — e para jornalistas, claro: o Gramophone Archive é um arquivo (grátis) que disponibiliza todas as edições da revista Gramophone, de abril de 1923 até hoje. Acima, Julia Fischer na capa da edição de fevereiro de 2009.

Autor: - Categoria(s): Música Tags: ,
17/02/2009 - 06:25

Use a rede social do “New York Times”

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Dica da Ana Estela de Sousa Pinto, pescada no blog da Luciana Moherdaui: o TimesPeople, a rede social do New York Times, que agora ocupa um local de destaque na home page do jornal. A Luciana explica: “Basta preencher um cadastro e começar a montar sua base de dados. A rede do Times permite adicionar amigos, compartilhar artigos, vídeos, slidehows, posts de blogs, comentários de leitores, além de criar rankings e dar notas a filmes, restaurantes e hotéis. Vale a pena experimentar.” Boa.

Autor: - Categoria(s): internet, Jornalismo Tags: ,
16/02/2009 - 06:47

Kelvi até o finalzinho, Kelvi sem parar e Kelvi total

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Ótimo texto de Roberto Kaz sobre a “técnica” Kelvi que saiu na mais recente edição da revista Piauí. Vale a pena. No site, está apenas para assinantes, mas espero que me desculpem por colocar uma cópia aqui. (Atualização: a matéria pode ser lida no site da revista, sim).

Kelvin, esse desconhecido” 

“No cruzamento da avenida Nossa Senhora de Copacabana com a rua Prado Júnior, no Rio de Janeiro, há um orelhão de uma banalidade total. Dentro dele, ali onde o sem-celular se enfia para levar seu papo adiante, há um sem-número de anúncios de ofertas sexuais. Novidade nenhuma. Sexo é mercadoria abundante nessa região onde se concentram os mais notórios inferninhos da cidade. O que chama a atenção é o mistério de alguns reclames.

Quem não gosta de charadas se aterá ao cardápio libertino de 20 reais oferecido por Gracinha (“mulata show, popozão maravilhoso”), Luana (“gostosona, sem limites”) ou Capitu (“louraça levando você ao delírio”). Já um lúbrico destemido decerto preferirá digitar os oito números que o separam de Luma, “morena clara, manequim 38, capa de revista”; no frescor dos 25 anos, ela se especializou em Kelvi — mais especificamente, num exclamativo “Kelvi total!!!”

Luma não está só. A concorrente Anita se declara adepta do “Kelvi até o finalzinho”. Já Ariel e Bruna afiançam ter talento ímpar para o “Kelvi sem parar”. E Cristini, uma “quase mulher”, promete um Kelvin — agora com n — “completo, sem embalagem”.

A dúvida se instala. Seja na Mercearia Alto do Mondim, no Frigorífico Bagé ou mesmo na loja de artigos sexuais Sex Cigana — estabelecimentos situados num raio de 20 metros do orelhão —, nenhum gerente, atendente ou entregador parece conhecer o sentido da palavra, quanto mais sua origem. É o caso de empenhar esforços para dar cabo do enigma.

De início, pesquisou-se entre os cerca de 228 mil verbetes do Houaiss, que permitiu rememorar velhas aulas de física nas quais kelvin, com n, era mencionado como a “unidade de temperatura no Sistema Internacional de medidas, definida como 1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto triplo da água”. O que não ajudou muito, apenas gerou a angústia adicional quanto à exata constituição do “ponto triplo da água”. No Aurélio, ganhou-se ao menos uma explicação etimológica: o substantivo vem de William Thomson, físico inglês, barão de Kelvin.

Era um início. Com a nova pista, partiu-se para a Britânica, descobrindo-se ali que lorde Kelvin publicou seu primeiro artigo científico aos 17 anos de idade. Porém, tendo morrido em 1907 — um século antes de a terminologia se espraiar por Copacabana —, foi preciso eximi-lo de responsabilidade. A palavra “kelvi”, por sua vez, não foi encontrada em nenhum dicionário ou enciclopédia.

Na internet, o melhor lugar para se conhecer a língua viva das ruas, a pesquisa avançou. No site forumnow.com.br, dedicado à discussão de assuntos díspares (a adoção de cães ou o significado de letras heavy-metal, por exemplo), surgiu o tópico “Kelvin profundo”. Infelizmente ainda não se tratava de explicações, mas de uma inquietação similar: “Aí pessoal, alguém aqui sabe que diabos é isso de Kelvin profundo?????” Havia 24 tentativas de resposta, tais como: “Vai ver que é a mesma história da famosa folhinha verde” — outra prova de que Kelvin é um gerador de enigmas.

No portal multiply.com, as perspectivas se assanharam com um fórum intitulado “Coisas de Copacabana, ou por que Kelvin?”, mas, também ali, nada se achou de conclusivo. “Variação de Calvin Klein”, sugeriu um. “Corruptela da pergunta ‘Quer vir?’, que em bom português é dito ‘Qué vim?’”, arriscou outro. Oitenta e duas explicações depois, alguém se arrancou os cabelos metafóricos: “E por que Kelvin? Por que não Charles, Jack ou Peter?”

Os fiascos sucessivos levaram a um especialista em lançar luzes sobre questões linguísticas: o professor Pasquale Cipro Neto, que gentilmente atendeu o telefone em plena viagem de trabalho pelo Ceará. Surpreso, ele afirmou desconhecer o vocábulo, mas elucubrou: muitas vezes, mal-entendidos fonéticos acabam por criar palavras novas, como chumbrega — “O Houaiss sugere que ela viria de um certo alemão chamado Schönberg” — ou carrasco — “que vem do português Belchior Nunes Carrasco, que era um algoz”. Pasquale assinalou que, para ser dicionarizada, a terminologia de Copacabana precisaria se difundir, passando a ser empregada num universo menos paroquial: “Nada acontecerá se Kelvin continuar restrito a um pequeno grupo.” Explicar que é bom, não explicou: “Eu me valeria do chutômetro”, disse.

Havia, enfim, a desesperada saída de ir diretamente às fontes e ligar para Luma, a praticante do “Kelvi total!!!”. Do outro lado da linha, a interlocutora se mostrou evasiva: “Só conto ao vivo.” Achou-se melhor deixar o enigma sem solução.”

(Para ilustrar o port, imagem escaneada que eu peguei aqui.)

Autor: - Categoria(s): Jornalismo Tags:
13/02/2009 - 06:44

Como 9 mil repórteres perderam uma boa história

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Dean Starkman, que trabalhou oito anos no Wall Street Journal e hoje escreve sobre mídia na Columbia Journalism Review, publicou um texto na Mother Jones que traz a seguinte pergunta central: como os cerca de 9 mil jornalistas econômicos dos Estados Unidos deixaram de fazer a reportagem da vida deles ao não seguirem as pistas que mostravam o estado real do sistema financeiro (e, ao contrário, acreditarem no mundo que Wall Street estava vendendo como real).

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