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14/07/2008 - 06:07

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Circular: “Cada hora, cada dia, a gente aprende uma qualidade nova de medo! (…) Esta vida é de cabeça-pra-baixo, ninguém pode medir suas pêrdas e colheitas. (…) O que é que uma pessoa é, assim por detrás dos buracos dos ouvidos e dos olhos? (…) Um bom entendedor, num bando, faz muita necessidade. (…) Somente com a alegria é que a gente realiza bem — mesmo até as tristes ações.” (João Guimarães Rosa, “Grande Sertão: veredas”, páginas 78, 131, 326, 365 e 382).

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14/07/2008 - 06:07

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Circular: “Cada hora, cada dia, a gente aprende uma qualidade nova de medo! (…) Esta vida é de cabeça-pra-baixo, ninguém pode medir suas pêrdas e colheitas. (…) O que é que uma pessoa é, assim por detrás dos buracos dos ouvidos e dos olhos? (…) Um bom entendedor, num bando, faz muita necessidade. (…) Somente com a alegria é que a gente realiza bem — mesmo até as tristes ações.” (João Guimarães Rosa, “Grande Sertão: veredas”, páginas 78, 131, 326, 365 e 382).

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Circular: “Cada hora, cada dia, a gente aprende uma qualidade nova de medo! (…) Esta vida é de cabeça-pra-baixo, ninguém pode medir suas pêrdas e colheitas. (…) O que é que uma pessoa é, assim por detrás dos buracos dos ouvidos e dos olhos? (…) Um bom entendedor, num bando, faz muita necessidade. (…) Somente com a alegria é que a gente realiza bem — mesmo até as tristes ações.” (João Guimarães Rosa, “Grande Sertão: veredas”, páginas 78, 131, 326, 365 e 382).

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03/07/2008 - 06:07

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Circular: “Tem uma verdade que se carece de aprender, do encoberto, e que ninguém não ensina: o bêco para a liberdade se fazer. Sou um homem ignorante. Mas, me diga o senhor: a vida não é cousa terrível? Lengalenga. Fomos, fomos. (…) O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.” (Guimarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”, páginas 280 e 290)

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03/07/2008 - 06:07

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Circular: “Tem uma verdade que se carece de aprender, do encoberto, e que ninguém não ensina: o bêco para a liberdade se fazer. Sou um homem ignorante. Mas, me diga o senhor: a vida não é cousa terrível? Lengalenga. Fomos, fomos. (…) O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.” (Guimarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”, páginas 280 e 290)

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03/07/2008 - 06:07

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Circular: “Tem uma verdade que se carece de aprender, do encoberto, e que ninguém não ensina: o bêco para a liberdade se fazer. Sou um homem ignorante. Mas, me diga o senhor: a vida não é cousa terrível? Lengalenga. Fomos, fomos. (…) O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.” (Guimarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”, páginas 280 e 290)

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02/07/2008 - 06:07

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Circular: “O que demasia na gente é a força feia do sofrimento, própria, não é a qualidade do sofrente. (…) Esta vida está cheia de ocultos caminhos. Se o senhor souber, sabe; não sabendo, não me entenderá.” (Guimarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”, páginas 121 e 140)

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02/07/2008 - 06:07

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Circular: “O que demasia na gente é a força feia do sofrimento, própria, não é a qualidade do sofrente. (…) Esta vida está cheia de ocultos caminhos. Se o senhor souber, sabe; não sabendo, não me entenderá.” (Guimarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”, páginas 121 e 140)

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Circular: “O que demasia na gente é a força feia do sofrimento, própria, não é a qualidade do sofrente. (…) Esta vida está cheia de ocultos caminhos. Se o senhor souber, sabe; não sabendo, não me entenderá.” (Guimarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”, páginas 121 e 140)

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01/07/2008 - 06:07

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Circular: “Todos estão loucos, neste mundo? Porque a cabeça da gente é uma só, e as coisas que há e que estão para haver são demais de muitas, muito maiores diferentes, e a gente tem de necessitar de aumentar a cabeça, para o total.” (Gumarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”)

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