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01/10/2008 - 06:17

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Circular: “A conclusão dessas observações é que não há chance de sermos capazes de suprimir as tendências agressivas da humanidade. Em alguns cantos bem-aventurados da Terra, dizem, onde a natureza fornece prodigamente tudo o que o homem deseja, florescem povos cujas vidas transcorrem tranqüilamente, e para quem a repressão e a agressividade são desconhecidas. Para mim, é difícil acreditar nisso; gostaria de obter mais detalhes sobre esses povos felizes.” (Freud, 1932, via “O Livro das Citações”).

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01/10/2008 - 06:17

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Circular: “A conclusão dessas observações é que não há chance de sermos capazes de suprimir as tendências agressivas da humanidade. Em alguns cantos bem-aventurados da Terra, dizem, onde a natureza fornece prodigamente tudo o que o homem deseja, florescem povos cujas vidas transcorrem tranqüilamente, e para quem a repressão e a agressividade são desconhecidas. Para mim, é difícil acreditar nisso; gostaria de obter mais detalhes sobre esses povos felizes.” (Freud, 1932, via “O Livro das Citações”).

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18/06/2008 - 06:07

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Circular: “Os hábitos e as idiossincrasias mais desagradáveis do homem, como a trapaça, a covardia e a falta de respeito, são produzidos pela sua adaptação incompleta a uma civilização complicada. É o resultado do conflito entre os nossos instintos e a nossa cultura.” (Sigmund Freud, no livro “A Arte da Entrevista”, uma antologia organizada por Fábio Altman).

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18/06/2008 - 06:07

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Circular: “Os hábitos e as idiossincrasias mais desagradáveis do homem, como a trapaça, a covardia e a falta de respeito, são produzidos pela sua adaptação incompleta a uma civilização complicada. É o resultado do conflito entre os nossos instintos e a nossa cultura.” (Sigmund Freud, no livro “A Arte da Entrevista”, uma antologia organizada por Fábio Altman).

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18/06/2008 - 06:07

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21/05/2008 - 06:04

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Circular: “No que me diz respeito, estou muito satisfeito em saber que o eterno absurdo de viver terminará um dia. Nossa vida se resume a uma série de obrigações, uma luta sem fim entre o ego e o seu ambiente. O desejo de um prolongamento excessivo da vida me parece absurdo.” (Sigmund Freud, em entrevista a George Sylvester Viereck, em “A Arte da Entrevista”, organizada por Fábio Altman)

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Circular: “No que me diz respeito, estou muito satisfeito em saber que o eterno absurdo de viver terminará um dia. Nossa vida se resume a uma série de obrigações, uma luta sem fim entre o ego e o seu ambiente. O desejo de um prolongamento excessivo da vida me parece absurdo.” (Sigmund Freud, em entrevista a George Sylvester Viereck, em “A Arte da Entrevista”, organizada por Fábio Altman)

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19/05/2008 - 06:02

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Circular: “‘Não me revolto contra a ordem universal, afinal vivi mais de setenta anos’, continuou o mestre e pesquisador do cérebro humano. ‘Eu tive o que comer. Desfrutei de muitas coisas – do companheirismo de minha esposa, dos meus filhos, do pôr-do-sol. Eu vi as plantas crescerem na primavera. Algumas vezes recebi um aperto de mão amigo. Uma ou duas vezes encontrei um ser humano que quase me entendeu. O que mais eu posso querer?'” (Sigmund Freud, em entrevista a George Sylvester Viereck, em “A Arte da Entrevista”, organizado por Fábio Altman).

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Circular: “‘Não me revolto contra a ordem universal, afinal vivi mais de setenta anos’, continuou o mestre e pesquisador do cérebro humano. ‘Eu tive o que comer. Desfrutei de muitas coisas – do companheirismo de minha esposa, dos meus filhos, do pôr-do-sol. Eu vi as plantas crescerem na primavera. Algumas vezes recebi um aperto de mão amigo. Uma ou duas vezes encontrei um ser humano que quase me entendeu. O que mais eu posso querer?'” (Sigmund Freud, em entrevista a George Sylvester Viereck, em “A Arte da Entrevista”, organizado por Fábio Altman).

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