Arquivo de ‘Uncategorized’ Categoria
25/10/2009 - 18:58h
Kramer entra pela porta
Todas as entradas de Kramer em “Seinfeld” (em ordem cronológica). É quase um vÃdeo de arte. Dica do Pedro F.
Enviado por Ricardo Lombardi
14/10/2009 - 06:01h
Uma música: “Mais de uma janela”
Para começar a manhã, Quinho & Botika: “Mais de uma janela“. (Dica do Bressane).
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08/10/2009 - 06:06h
Videoclipe: “This Must Be It”
“This Must Be It“, Röyksopp”. (Via Lalai).
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07/10/2009 - 07:37h
LIFE: 30 invenções estúpidas

Do arquivo de fotos da LIFE, 30 invenções estúpidas. Vale uma olhada, Acima, uma delas.
Enviado por Ricardo Lombardi
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18/09/2009 - 09:17h
O piano de Erroll Garner
Para quem gosta de jazz: o Wall Street Journal traz uma matéria sobre o pianista Erroll Garner, “um dos grandes improvisadores de todos os tempos”. Acaba de ser lançado um DVD com duas apresentações dele na Europa, ”Live in ‘63 & ‘64,” como parte da série Jazz Icons, produzida pela Reelin’ in the Years e disponÃvel em www.reelinintheyears.com.
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18/09/2009 - 07:43h
Os pássaros de Richard Barnes




Muito bacana o trabalho do fotógrafo Richard Barnes. Acima, obras da série “Murmurs”. Tem mais fotos aqui.
Enviado por Ricardo Lombardi
17/09/2009 - 07:32h
Os homens mentem mais que as mulheres

O Daily Mail fez matéria sobre um estudo que diz o seguinte: os homens mentem duas vez mais que as mulheres – e pelo menos 6 vezes por dia. As mentiras são contadas para o chefe, para colegas de trabalho e para a parceira. O estudo ainda mostra que 83% das pessoas sabem identificar quando o parceiro esta mentindo. As mentiras mais frequentes de cada sexo, segundo o jornal, são:
Homens
1. Não há nada errado, eu estou bem!
2. Esta vai ser minha última bebida.
3. Não, sua bunda não parece grande com essa roupa.
4. Eu estava sem sinal.
5. Eu estava sem bateria.
6. Desculpe, eu nao vi sua ligação.
7. Eu nem bebi tanto assim.
8. Eu estou a caminho/Eu estou chegando.
9. Nao foi tão caro assim.
10. Eu estou preso no trânsito.
Mulheres
1. Não há nada errado, eu estou bem!
2. Ah! Não é novo, eu já tenho faz tempo.
3. Não foi tão caro assim.
4. Estava em promoção.
5. Eu estou a caminho/Eu estou chegando
6. Eu não sei onde está, eu nem toquei nisso.Â
7. Eu nem bebi tanto assim.
8. Eu estou com dor de cabeça.
9. Não, eu não joguei fora.
10. Desculpe, eu não vi sua ligação.
Enviado por Ricardo Lombardi
16/09/2009 - 08:31h
A vida e a obra de William Butler Yeats: uma exposição
Uma boa exposição online, organizada pela Biblioteca Nacional da Irlanda: “A Vida e a Obra de William Butler Yeats” (em inglês; é preciso ter banda larga e flash). Ao entrar, você terá acesso a inúmeros manuscritos do autor de “The Lake Isle of Innisfree“, que na tradução de Paulo Vizioli ganhou a versão abaixo:

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16/09/2009 - 06:34h
47 dicas de como “turbinar” nosso cérebro

O blog Dumb Little Man apresenta 47 dicas de como “turbinar” nosso cérebro. Entre as sugestões estão: aprenda uma música (e cante bem alto), jogue videogames, faça sexo, beba chá, veja fotos antigas, tire um pequeno cochilo etc. Vale olhar.
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25/08/2009 - 06:11h
“Por que os jornais diários não cobrem o mundo dos games?”
Texto da Ryerson Review of Journalism diz o seguinte: “Os jornais diários dizem que precisam atrair novos leitores caso contrário vão morrer. Então, por que eles estão virtualmente ignorando milhões de jogadores de videogames?”.
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19/08/2009 - 06:17h
Crise na indústria de filmes pornôs (e a culpa é da internet)
Matéria no Los Angeles Times diz que a indústria de filmes pornôs está em crise. O culpado? A internet, claro. Acima, a atriz pornô Savannah Stern, cuja renda caiu devido à falta de oportunidades de trabalho em filmes pornográficos. Ela vai trocar sua Mercedes-Benz pelo carro usado dos seus pais. (Em inglês).
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27/07/2009 - 06:12h
O mundo tinha, mas acabou: vendedor de enciclopédia
Alberto Villas, “O Mundo acabou!“, editora Globo.
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24/07/2009 - 06:05h
“Não há nada que o homem deseje mais do que a liberdade, nem nada que lhe seja tão doloroso”
Circular: “(…) A segunda indagação vai mais direto ao ponto: Porque dói tanto quando o amor acaba? Porque é tão triste? Porque é inaceitável? Nenhum raciocÃnio ou vivência autorizou a crença de sua perenidade? Porque afinal nos dilaceramos? Ah, a dor do amor. É mais que uma angústia. É uma febre, uma desidratação. Poucas coisas são tão tristes quanto o fim de um grande amor. Talvez nem o fim da vida seja tão triste. E o que dói? Onde dói? Dói por não ser mais o que era. Dói por tudo que poderia ser, se ainda fosse, mas não será jamais. Dói a perda da paixão, única moeda cósmica que temos a nossa disposição. Porém, acalmemos. Deve haver um motivo objetivo para tanta dor. Examinemos metodicamente uma a uma as perdas.
O que se perde quando é perdido um amor? Talvez a moeda cósmica? Não, não deve ser isso. Todos os homens sofrem separações e nem todos se importam com o cosmos.
A perda do objeto sexual? Também não deve ser isso. Há muitas Marias para cada João.
Qualquer coisa ligada a ciúme de terceiros? Mas há separações que não envolvem terceiros, nem por isso deixam de ser sofridas.
Tão pouco são razoáveis as explicações psicológicas, quebra da fantasia, falência de um investimento sentimental ou qualquer coisa desse tipo. Mas também não é isso. Homens maduros, estudiosos, que certamente ultrapassaram esse tipo de acontecimento psicológico também sofrem como cães envenenados.
Aprofundemos essa espiral.
Talvez o horror da solidão quando convivemos muito com a pessoa amada, perdemos totalmente a noção de como somos sós no mundo. Nossa Ãntima alegria ou dor é compartilhada, ganhamos um ouvinte interessado e perder isso, convenhamos, é perder muito.
Talvez o medo da liberdade, citando Dostoievski, meu caro companheiro desde a adolescência, “Não há nada que o homem deseje mais do que a liberdade, nem nada que lhe seja tão dolorosoâ€.
Na terceira indagação sobre o amor pergunto se ele é necessário. Na pesquisa da verdade todas as hipóteses devem ser levantadas, mesmo as deselegantes. Existirá mesmo um grande homem só? Não será um homem um animal ou dois? Como intuÃa os antigos gregos, um ser cuja biológica natureza verdadeira é ser parte de uma unidade maior, chamada casal. Se a função da hipótese é responder paradoxos, esta é a meritosa, posto que pelo menos explica a dor do amor. Dói porque falta uma parte, tanto quanto doeria se nos arrancassem um braço ou um olho. (…)”
Domingos de Oliveira, na FLIP, Via Flavio Moura.
Enviado por Ricardo Lombardi
17/07/2009 - 07:33h
“O que um autor de obituários aprendeu cobrindo os mortos”
A lição número 3 de Bryan Marquard, do Boston Globe: “Se você quiser viver mais, se aposente mais cedo…”. E a lição 4: “Ou não se aposente nunca”. Marquand escreveu quase 800 obituários. Aqui, todas as seis lições (”Seja legal”, “Haja agora” etc…).
Enviado por Ricardo Lombardi









