Arquivo de ‘saúde’ Categoria
18/11/2009 - 06:00h
“Terapia do iPod” para pacientes com Alzheimer

Segundo reportagem publicada pelo Wall Street Journal, escutar música ajuda a estimular as memórias perdidas e até a restaurar algumas funções cognitivas em pacientes com demência — ou que sofreram um derrame.
Enviado por Ricardo Lombardi
05/10/2009 - 06:22h
E. coli e o hambúrguer

Uma reportagem de saúde muito bem apurada foi publicada pelo New York Times: Stephanie Smith (foto) comeu um hambúrguer e acabou com parte do corpo paralizada, depois de ficar nove semanas em coma. O hambúrguer que ela comeu estava contaminado com a bactéria E. coli. A matéria reconstitui a cadeia de fatos que acabaram mudando a vida de Stephanie.
Enviado por Ricardo Lombardi
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16/09/2009 - 06:10h
“Não entre em pânico, os germes do seu chuveiro não vão te matar”

O blog The Human Condition, da Newsweek, traz o seguinte texto: “Não entre em pânico, os germes do seu chuveiro não vão te matar“. Segundo a autora, há muitas pesquisas que mostram as bactérias que nos rondam em todos os lugares. Um exemplo célebre é o do teclado do computador, que apresenta cinco vezes mais bactérias do que o assento do vaso sanitário. Mas parece que não há problema.
Enviado por Ricardo Lombardi
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14/08/2009 - 06:03h
Muitas pessoas comem mais depois da ginástica
Matéria polêmica que eu pesquei na Time: “Por que exercÃcios não farão você emagrecer“. (Em inglês).
Enviado por Ricardo Lombardi
24/07/2009 - 06:22h
“Olhar longe significa pensar grande”
Na Carta Capital, Phydia de Athayde escreve sobre por que já não enxergamos tão bem com os olhos que temos. Segue o trecho de abertura:
“De janela da alma a termômetro da alienação. Os olhos convidam a uma reflexão: por que a espécie humana está cada vez mais incapaz de enxergar longe? Literalmente. Nos últimos vinte anos, a população mundial de mÃopes duplicou. No Brasil, estima-se que atinja 30% da população. E o Ãndice tende a aumentar, especialmente entre os mais jovens. Uma pesquisa recente, realizada com 360 crianças entre 9 e 13 anos, mostrou que 21% das que ficavam seis horas por dia em frente ao computador ou ao videogame tinham miopia, o dobro da prevalência nessa faixa etária, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. O pesquisador Leôncio Queiroz Neto também constatou que 30% dessas crianças têm estresse ocular.”
Enviado por Ricardo Lombardi
07/07/2009 - 07:07h
Como comer (antes e depois da ginástica)
No blog da Tara Parker-Pope, uma entrevista (em inglês) com Leslie Bonci, diretora de nutrição esportiva do Medical Center da University of Pittsburgh. O tema da conversa: não importa o exercÃcio que você for fazer, você precisa de comida e água para gerar energia. Mas qual é a melhor hora para comer antes e depois do exercÃcio? Devemos tomar água durante a prática de esportes? E por aà vai a conversa. Link guardado.
Enviado por Ricardo Lombardi
03/07/2009 - 08:09h
Refeição pós-parto
Texto que está na nova edição da Time, que chega à s bancas hoje: “Minha mulher comeu a placenta dela. Eu tive de assistir. E, então, tive de escrever sobre isso“. No site tem mais: “Video: Um chef de placenta profissional vai até a casa de Joel Stein para preparar a placenta de sua mulher“. A ilustração acima está na revista. O espÃrito do tempo. Estranho.
Enviado por Ricardo Lombardi
03/07/2009 - 06:55h
“Não engula o seu chiclete!”
O livro ao lado, um lançamento nos Estados Unidos, foi tema do blog da repórter Tara Parker-Pope, especializada em saúde e setorista do New York Times. Trata de “mitos da saúde” relacionados ao nosso corpo e coisa e tal. Dois exemplos de mitos que ela separa: “clima frio faz você ficar doente” e “o alimento que você derruba no chão e pega rapidamente pode ser comido sem medo”. Valeria uma entrevista com os autores do livro. Só posso imaginar, pelo tÃtulo da obra, que é OK engolir o chiclete.
Enviado por Ricardo Lombardi
27/05/2009 - 07:03h
Mensagens de texto: problema de saúde
Mandar muitas mensagens de texto pode ser prejudicial à saúde das crianças e adolescentes, diz esta reportagem publicada pelo New York Times. Algumas consequências que já aparecem: ansiedade, distração na escola, stress fÃsico causado pela repetição de movimentos e problemas no sono.
Enviado por Ricardo Lombardi
30/04/2009 - 07:09h
Pagando o preço por gostar de carne vermelha
Carne vermelha faz mesmo mal, revela um estudo realizado com mais de 500 mil americanos, segundo mostra este texto do New York Times (um dos mais lidos da semana até agora). O trabalho durou uma década e foi publicado no The Archives of International Medicine.
Enviado por Ricardo Lombardi
22/04/2009 - 06:55h
Muitas tarefas? Uso de estimulantes “cerebrais” aumenta
Sugestão de leitura: a reportagem “Brain Gain — The underground world of ‘neuroenhancing’ drugs“, publicada na revista New Yorker desta semana. Fala sobre remédios (Adderall, Ritalin) que estão sendo usados como estimulantes por adultos ”obcecados pela eficiência”, numa época em que as inúmeras tarefas do trabalho se acumulam — e o tempo parece mais curto.
Enviado por Ricardo Lombardi
12/03/2009 - 07:25h
“Pressionando o açaà por respostas”
O açaà faz mesmo bem? Só em 2008, 53 novos produtos contendo açaà foram lançados nos Estados Unidos (em 2004 foram apenas 4), informa o New York Times de hoje, com foto de Andre Penner (acima). Agora, as pessoas começam a questionar se as virtudes propagandeadas são mesmo verdadeiras. Leia a reportagem (em inglês).
Enviado por Ricardo Lombardi
03/02/2009 - 13:05h
Chorar faz bem?
Chorar faz bem? Proporciona uma “catarse saudável”? Não sempre e não para todo mundo, informa um novo estudo que joga luz sobre essa questão. A matéria está na edição de hoje do New York Times. Boa pauta.
Enviado por Ricardo Lombardi
30/01/2009 - 06:25h
Os bebês sabem: sujeira é bom
Os bebês costumam colocar sujeira na boca — e esse é um bom hábito, informa esta matéria publicada pelo New York Times (uma das mais lidas no site do jornal).
Enviado por Ricardo Lombardi
28/01/2009 - 06:21h
Cochilo: o guia do especialista
Da série “dicas para o nosso conturbado e estressante cotidiano”: jornalista do jornal The Guardian ensina como tirar um bom cochilo. A matéria acompanha um infográfico (clique na imagem acima para ampliar).
Enviado por Ricardo Lombardi
22/01/2009 - 06:50h
Compre comida de verdade
Sugestão de leitura: a reportagem “Comida de Verdade“, de Marcia Bindo, publicada na edição de fevereiro da revista Vida Simples. Com a ajuda de nutricionistas e especialistas em alimentação, Márcia percorreu supermercados e identificou sete regras importantes que ajudarão a simplificar futuras compras e a identificar de vez quais são os alimentos mais saudáveis das gôndolas. Abaixo, reproduzo a primeira regra que aparece no texto:
“(…) 1- Coma comida (ou evite o que a sua bisavó não reconheceria como alimento) Trocando em miúdos: é muito mais interessante para sua saúde ingerir alimentos frescos e integrais, a boa e velha comidinha caseira, do que processados e industrializados. Por isso vale lembrar a época de nossos bisavós (ou até tataravós) e recuar no tempo há pelo menos 80 anos, numa época em que não havia tantos produtos para comer empacotados. Por quê? Bem, é que hoje existe uma penca de outras substâncias comestÃveis com aparência de comida, como explica Michael Pollan em seu livro Em Defesa da Comida. O jornalista americano – e o mais recente guru da alimentação – fez uma extensa pesquisa sobre a mudança de comportamento alimentar ocidental nas últimas décadas. Colunista de gastronomia do New York Times, ele constatou que a preferência de consumo migrou drasticamente nos últimos anos dos produtos encontrados na natureza, como um singelo pé de alface, uma peça de alcatra e um suco de laranja, para os práticos alimentos embalados – o que ele chama, não sem polêmica, de comida de imitação. Entram nessa categoria lasanhas, tortas e sobremesas prontas, sucos e sopas em pó, nuggets e hambúrgueres que são uma moleza de preparar.
O ponto levantado pelo jornalista é que não sabemos mais ao certo o que estamos colocando da boca para dentro. Porque, para um alimento ou prato prontos durarem bastante na nossa geladeira ou despensa, são adicionados uma série de outros ingredientes que não fazemos a menor idéia do que sejam. Mas o pior mesmo, segundo Pollan, é que muitas doenças adquiridas pelos hábitos alimentares surgiram dessa nova dieta ocidental rápida de preparar, mas com superabundância de calorias e principalmente três perigosos ingredientes: açúcar, sal e gorduras, que nosso corpo tem uma predisposição a gostar e cujos sabores são difÃceis de achar na natureza, mas são bastante comuns e abundantes em comidas processadas.
Daà que separar o joio do trigo nas gôndolas dos supermercados ficou uma missão quase impossÃvel. Tanto é que uma pesquisa realizada entre dezembro de 2007 e janeiro de 2008 pelo Instituto de Pesquisas Ipsos mostrou que 49% dos entrevistados brasileiros têm mesmo a maior dificuldade em escolher e identificar alimentos saudáveis.
A boa notÃcia é que a própria indústria alimentÃcia começou um movimento para melhorar o perfil nutricional dos seus produtos. Um exemplo é a criação do Programa Minha Escolha, uma iniciativa global de representantes da indústria (que acontece em mais de 50 paÃses, inclusive no Brasil) que estabeleceu critérios em relação à s quantidades de quatro nutrientes: gorduras saturadas, gorduras trans, açúcares e o sódio (sal) – que, quando consumidos em excesso, causam doenças como diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares, segundo a Organização Mundial de Saúde. Os produtos que têm quantidades controladas desses nutrientes recebem o selinho Minha Escolha em suas embalagens. Outro jeito de maneirar o consumo desses nutrientes em produtos industrializados é dar uma bela olhada no rótulo: os ingredientes aparecem primeiro na ordem de maior quantidade.
Uma tendência importante que está acontecendo em todo o globo é o renascimento da agricultura local e orgânica, que está aà para comprovar que é possÃvel sim voltar a comer comida de verdade sem precisar voltar ao tempo da bisavó ou abandonar o supermercado – e a civilização. (…)”
Enviado por Ricardo Lombardi
16/01/2009 - 06:32h
Uso de ketamina cresce no Reino Unido
No Reino Unido, a ketamina (um tranquilizante para cavalos) está substituindo a cocaÃna como a droga da hora entre os britânicos, informa o Independent.
Enviado por Ricardo Lombardi
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