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	<title>Desculpe a Poeira &#187; Comportamento</title>
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	<description>uma seleção de textos, artigos, reportagens e outros links interessantes garimpados na imprensa mundial e na blogosfera</description>
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		<title>Games de guerra: a melancolia como ferramenta de marketing</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>
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		<description><![CDATA[Matéria interessante da Frieze, assinada por uma dupla de curadores de artes plásticas, fala sobre o uso da &#8220;melancolia&#8221; como ferramenta de marketing para vender videogames de guerra. Abaixo, uma versão de &#8220;Mad World&#8221;, da banda Tears for Fears, ajuda a vender o jogo &#8220;Gears of War&#8221;.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.frieze.com/issue/article/mad_world/" target="_blank">Matéria interessante da <em>Frieze</em></a>, assinada por uma dupla de curadores de artes plásticas, fala sobre o uso da &#8220;melancolia&#8221; como ferramenta de marketing para vender videogames de guerra. Abaixo, uma versão de &#8220;Mad World&#8221;, da banda Tears for Fears, ajuda a vender o jogo &#8220;Gears of War&#8221;.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/t7Ig2JJRpdo&amp;hl=en_GB&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/t7Ig2JJRpdo&amp;hl=en_GB&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Perdendo a paternidade</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[
Pauta interessante que estará na revista do New York Times do próximo fim de semana: pais que descobrem, por meio de testes de DNA, que não são os verdadeiros pais de seus filhos. Além dos dramas pessoais, a matéria aborda a questão do ponto de vista jurídico.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8385" title="pais" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/11/pais.jpg" alt="pais" width="393" height="500" /></p>
<p>Pauta interessante que estará na revista do <em>New York Times</em> do próximo fim de semana: <a href="http://www.nytimes.com/2009/11/22/magazine/22Paternity-t.html?em" target="_blank">pais que descobrem, por meio de testes de DNA, que não são os verdadeiros pais de seus filhos</a>. Além dos dramas pessoais, a matéria aborda a questão do ponto de vista jurídico.</p>
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		<title>Aviões, trens e o pornô de bolso</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[pornografia]]></category>
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Texto interessante do Washington Post diz que o consumo de pornografia em computadores pessoais e outros gadgets está se tornando um problema em aviões, trens e outros espaços públicos  &#8212; já que muitas vezes o material exibido acaba sendo visto pelas pessoas que estão próximas. A autora do texto diz que a proliferação de laptops e iPhones [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8267" title="belt" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/11/belt.jpg" alt="belt" width="600" height="216" /></p>
<p><a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/11/11/AR2009111127404.html" target="_blank">Texto interessante do <em>Washington Post</em></a> diz que o consumo de pornografia em computadores pessoais e outros gadgets está se tornando um problema em aviões, trens e outros espaços públicos  &#8212; já que muitas vezes o material exibido acaba sendo visto pelas pessoas que estão próximas. A autora do texto diz que a proliferação de laptops e iPhones com conexão wireless aumentou a chance de situações como essa ocorrerem. O problema real: o crescente número de pessoas que confunde o público com o privado.</p>
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		<title>Um nome para a década de 00</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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Como a década de 00, que chega ao fim logo mais, será lembrada?. Este texto publicado no caderno Week in Review, do New York Times, especula e traz algumas idéias a respeito do assunto.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8239" title="decada" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/11/decada.jpg" alt="decada" width="600" height="346" /></p>
<p>Como a década de 00, que chega ao fim logo mais, será lembrada?. <a href="http://www.nytimes.com/2009/11/15/weekinreview/15segal.html?ref=weekinreview&amp;pagewanted=print" target="_blank">Este texto publicado no caderno <em>Week in Review</em></a>, do New York Times, especula e traz algumas idéias a respeito do assunto.</p>
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		<title>Os três tipos de tolos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 09:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio]]></category>

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		<description><![CDATA[
Segundo Michael Dirda, que escreve sobre livros para o Washington Post, existem três tipos de tolos no mundo &#8212; e ninguém está imune (nem eu, nem você):  seremos um deles, um dia ou outro. Às vezes, é até bom bancar o bobo, ele diz. Para Dirda, os três tipos são o Real (exemplo: Tom Hanks em &#8220;Forrest Gump&#8221;; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8195" title="TVI001AG" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/11/lucy.jpg" alt="TVI001AG" width="250" height="420" /></p>
<p>Segundo Michael Dirda, que escreve sobre livros para o <em>Washington Post</em>, existem três tipos de tolos no mundo &#8212; e ninguém está imune (nem eu, nem você):  seremos um deles, um dia ou outro. Às vezes, é até bom bancar o bobo, ele diz. Para Dirda, os três tipos são o Real (exemplo: Tom Hanks em &#8220;Forrest Gump&#8221;; o Profissional (exemplo: Kevin Spacey em &#8220;Os Suspeitos); e o Insuspeito (exemplo: Ian McKellen como Rei Lear). <a href="http://www.incharacter.org/article.php?article=169#" target="_blank">Leio o texto dele (em inglês)</a> &#8211; escrito para a mais recente edição da <a href="http://www.incharacter.org/index.php" target="_blank">In Character</a>.</p>
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		<title>&#8220;Vidas paralisadas&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 09:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Reportagem de Fábio Fujita, &#8220;Vidas Paralisadas&#8221;, publicada na mais recente edição da Piauí (no site apenas para assinantes), traz alguns dados importantes sobre motos e motociclistas de São Paulo:
&#8220;(&#8230;) Quadruplicou o número de motoboys em São Paulo na última década. A cidade licencia hoje quase mil veículos novos por dia, fazendo com que os engarrafamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-8154" title="moto" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/11/moto-300x125.jpg" alt="moto" width="300" height="125" /></p>
<p>Reportagem de Fábio Fujita, &#8220;Vidas Paralisadas&#8221;, publicada na mais recente edição da <em>Piauí </em>(<a href="http://www.revistapiaui.com.br/edicao_38/artigo_1190/Vidas_paralisadas.aspx">no site apenas para assinantes</a>), traz alguns dados importantes sobre motos e motociclistas de São Paulo:</p>
<p>&#8220;(&#8230;) Quadruplicou o número de motoboys em São Paulo na última década. A cidade licencia hoje quase mil veículos novos por dia, fazendo com que os engarrafamentos batam recordes a cada semana. Com isso, o motoqueiro é a alternativa mais barata e rápida para a entrega de mercadorias de pequeno porte &#8211; que vão de pizzas a documentos, passando por dvds e buquês de flores. Segundo Dirceu Rodrigues Alves Júnior, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, a Abramet, foram vendidas 1,8 milhão de novas motos no Brasil, em 2008 e, com o aquecimento da economia, &#8220;a perspectiva das montadoras é aumentar cada vez mais a produção&#8221;.</p>
<p>Em contrapartida, apenas no período entre maio e julho passado, o Hospital das Clínicas recebeu 148 vítimas de acidentes de motos. No ano passado, houve 478 motociclistas mortos em São Paulo. &#8220;Nesse número só entram as mortes no local&#8221;, ressalvou Aldemir Martins, presidente do sindicato dos motoboys, o Sindimoto. &#8220;A morte posterior, decorrente do trauma, não está nesse cálculo.&#8221;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>De motociclistas que se acidentam e sobrevivem, mais de 70% ficam com algum tipo de comprometimento nas pernas &#8211; o que pode significar amputações, infecções tardias e recorrentes (que muitas vezes são mortais), enrijecimento e perda de movimento. Segundo Dirceu Alves Júnior, que viu casos terríveis em seus 24 anos de trabalho na Abramet &#8211; como motociclistas com a massa encefálica transbordando de um crânio aberto -, o dano tende a ser irreparável. &#8220;O acidentado precisa de tratamento de longuíssimo prazo&#8221;, disse, &#8220;porque ele já chega à uti com infecção produzida pelo próprio asfalto e vai precisar de múltiplas cirurgias.&#8221;</p>
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		<title>O mercado underground de doadores de esperma</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O espírito do tempo: é o “Oeste Selvagem da doação de esperma”, escreve Rachel Lehmann-Haupt no site feminino Double X: homens oferecendo esperma online — geralmente de graça — para mulheres solteiras, casais de lésbicas, casais impossibilitados de ter filhos porque o homem é estéril e outros que não podem pagar o alto preço dos bancos de esperma tradicionais. (Bom, claro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-8030" title="sperm190" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/11/sperm190-150x150.jpg" alt="sperm190" width="150" height="150" />O espírito do tempo: é o “Oeste Selvagem da doação de esperma”, <a href="http://www.doublex.com/section/health-science/underground-market-sperm-donors" target="_blank">escreve Rachel Lehmann-Haupt no site feminino Double X</a>: homens oferecendo esperma online — geralmente de graça — para mulheres solteiras, casais de lésbicas, casais impossibilitados de ter filhos porque o homem é estéril e outros que não podem pagar o alto preço dos bancos de esperma tradicionais. (Bom, claro que o que faz os preços dos bancos tradicionais subirem são os testes médicos e os cuidados jurídicos envolvidos, garantias que não costumam ser oferecidas pelo cara que faz propaganda do seu esperma em sites). O que motiva esses doadores? Dica do Pedro S.</p>
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		<title>Final feliz</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 09:23:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O último ensaio de 2009 da série &#8220;Happy Days&#8221;, publicada pelo blog homônimo do New York Times, discute como a experiência de uma morte faz a gente pensar na vida mais seriamente. Um pequeno trecho do texto, publicado originalmente em inglês:
&#8221; (&#8230;) Uma das razões pelas quais as filosofias orientais desenvolveram técnicas para nos treinar a viver o presente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8024" title="vida" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/11/vida.jpg" alt="vida" width="371" height="327" /></p>
<p>O <a href="http://happydays.blogs.nytimes.com/2009/11/02/happy-ending/?th&amp;emc=th" target="_blank">último ensaio de 2009 da série</a> &#8220;Happy Days&#8221;, publicada pelo <a href="http://happydays.blogs.nytimes.com/" target="_blank">blog</a> homônimo do <em>New York Times</em>, discute como a experiência de uma morte faz a gente pensar na vida mais seriamente. Um pequeno trecho do texto, publicado originalmente em inglês:</p>
<p>&#8221; (&#8230;) Uma das razões pelas quais as filosofias orientais desenvolveram técnicas para nos treinar a viver o presente é que esse não é o nosso estado natural. Nós somos empurrados em direção ao futuro (&#8230;) A morte extingue essa luz. E porque nós sabemos que vamos morrer, ainda que não saibamos quando, a escuridão que está no final, à frente de cada um de nós, está conosco em todo momento.&#8221;</p>
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		<title>&#8220;Um homem nunca será bom como um chocolate inteiro&#8221;</title>
		<link>http://ricardolombardi.ig.com.br/um-homem-nunca-sera-bom-como-um-chocolate-inteiro</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 10:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[


Campanha dos chocolates Cadbury da Argentina brinca com as escorregadas do &#8220;homem contemporâneo&#8221;. Dica da Marcia Bindo, via A Nau dos Insensatos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_GPQ1dO63RI&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/_GPQ1dO63RI&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/x9_VV0F89ho&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/x9_VV0F89ho&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LmrnjEg65DI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/LmrnjEg65DI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Campanha dos chocolates Cadbury da Argentina brinca com as escorregadas do &#8220;homem contemporâneo&#8221;. Dica da Marcia Bindo, via <a href="http://www.naudosinsensatos.com.br/?p=65" target="_blank">A Nau dos Insensatos</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que acontece com a sua página do Facebook depois que você morre?</title>
		<link>http://ricardolombardi.ig.com.br/o-que-acontece-com-a-sua-pagina-do-facebook-depois-que-voce-morre</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 09:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[
A revista Time conta o que é feito com o perfil do usuário do Facebook que morre. Max Kelly, chefe de segurança do website, diz que a companhia tem uma política para esses casos: cria-se uma espécie de memorial para os usuários que já se foram, deixando-os fora das buscas, e preserva-se o mural do perfil aberto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7958" title="facebook_death_1027" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/10/facebook_death_1027.jpg" alt="facebook_death_1027" width="307" height="200" /></p>
<p>A revista <em>Time</em> <a href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1932803,00.html" target="_blank">conta o que é feito com o perfil do usuário do Facebook que morre</a>. Max Kelly, chefe de segurança do website, diz que a companhia tem uma política para esses casos: cria-se uma espécie de memorial para os usuários que já se foram, deixando-os fora das buscas, e preserva-se o mural do perfil aberto para os familiares e amigos prestarem suas homenagens. A ilustração acima acompanha a matéria.</p>
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		<title>&#8220;Sex and the Eco-City&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 09:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
A revista Time publicou uma matéria mostrando que a preocupação com meio ambiente está atingindo todas as esferas. O negócio agora é fazer com que  os &#8220;sex toys&#8221; se tornem mais &#8220;verdes&#8221;. Segundo o texto, muitos desses brinquedos adultos contêm substâncias nocivas ao meio ambiente. Como a demanda de produtos ecologicamente corretos têm aumentado, empresas como a Earth [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7921" title="sex_1026" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/10/sex_1026.jpg" alt="sex_1026" width="307" height="200" /></p>
<p>A revista <em>Time </em><a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1930503,00.html" target="_blank">publicou uma matéria</a> mostrando que a preocupação com meio ambiente está atingindo todas as esferas. O negócio agora é fazer com que  os &#8220;sex toys&#8221; se tornem mais &#8220;verdes&#8221;. Segundo o texto, muitos desses brinquedos adultos contêm substâncias nocivas ao meio ambiente. Como a demanda de produtos ecologicamente corretos têm aumentado, empresas como a Earth Erotic, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo óleos de massagem orgânicos e chicotes feito com tubos reciclados. <a href="http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1930652_1930651_1930644,00.html" target="_blank">Aqui, uma galeria</a> de acessórios sexuais &#8220;eco-friendly&#8221;.</p>
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		<title>Pensamento positivo pode ser uma perigosa obsessão</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 09:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Daily Mail publicou uma matéria sobre a obsessão pelo pensamento positivo. Alguns cientistas suspeitam que a convicção de que nossos pensamentos positivos de alguma forma moldam nosso futuro, é na verdade uma obsessão perigosa que não leva à felicidade nem à realização, mas sim à decepção e ao fracasso.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7841" title="newsss" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/10/newsss.jpg" alt="newsss" width="468" height="334" /></p>
<p>O <em>Daily Mail</em> publicou <a href="http://www.dailymail.co.uk/femail/article-1220783/Positive-thinking-positively-bad-look-glum-slide-life.html" target="_blank">uma matéria</a> sobre a obsessão pelo pensamento positivo. Alguns cientistas suspeitam que a convicção de que nossos pensamentos positivos de alguma forma moldam nosso futuro, é na verdade uma obsessão perigosa que não leva à felicidade nem à realização, mas sim à decepção e ao fracasso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornalista se disfarça de negro na Alemanha</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Na Der Spiegel: o jornalista investigativo Günter Wallraff usou um disfarce para descobrir como é viver sob a pele de uma pessoa negra na Alemanha. Essa experiência, assim como outras de Wallraff, está descrita no livro &#8220;Aus der schönen neuen Welt&#8221; ( Fora do Belo Novo Mundo) e também no filme &#8220;Schwarz auf Weiss&#8221; ( [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,656569,00.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-7791" title="blckkk" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/10/blckkk1.jpg" alt="blckkk" width="480" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,656569,00.html" target="_blank">Na <em>Der Spiegel</em></a>: o jornalista investigativo Günter Wallraff usou um disfarce para descobrir como é viver sob a pele de uma pessoa negra na Alemanha. Essa experiência, assim como outras de Wallraff, está descrita no livro &#8220;Aus der schönen neuen Welt&#8221; ( Fora do Belo Novo Mundo) e também no filme &#8220;Schwarz auf Weiss&#8221; ( Preto no Branco), lançado ontem, e que fala sobre vários tipos de discriminação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Para alguns pais, gritar é o novo bater&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Boa pauta realizada pelo New York Times e publicada hoje (em inglês): &#8220;Para alguns pais, gritar é o novo bater&#8221; (&#8221;For some parentes, shouting is the new spanking&#8220;). A reportagem sinaliza o que o título diz: há uma geração de novos pais que trocaram as palmadas pelo grito. A frase do título é de Amy [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7781" title="shout1" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/10/shout1.jpg" alt="shout1" width="500" height="500" /></p>
<p>Boa pauta realizada pelo <em>New York Times</em> e publicada hoje (em inglês): &#8220;Para alguns pais, gritar é o novo bater&#8221; (&#8221;<a href="http://www.nytimes.com/2009/10/22/fashion/22yell.html?_r=1&amp;ref=fashion" target="_blank">For some parentes, shouting is the new spanking</a>&#8220;). A reportagem sinaliza o que o título diz: há uma geração de novos pais que trocaram as palmadas pelo grito. A frase do título é de Amy McCready, fundadora da Positive Parenting Solutions, que trabalha com milhares de pais nos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Stiletto Stoners&#8221;: mulheres bem sucedidas que fumam maconha</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 10:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
Matéria na Marie Claire de outubro (em inglês) aborda as &#8220;Stiletto Stoners&#8221;, mulheres bem sucedidas que ascenderam na carreira e agora acendem um cigarro de maconha ao fim do expediente para relaxar. (Dica do Cris).
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7621" title="stiletto" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/10/stiletto.jpg" alt="stiletto" width="300" height="225" /></p>
<p><a href="http://www.marieclaire.com/celebrity-lifestyle/articles/living/female-stoners" target="_blank">Matéria na <em>Marie Claire</em> de outubro</a> (em inglês) aborda as &#8220;Stiletto Stoners&#8221;, mulheres bem sucedidas que ascenderam na carreira e agora acendem um cigarro de maconha ao fim do expediente para relaxar. (Dica do Cris).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Coelhinha da Playboy em 1966</title>
		<link>http://ricardolombardi.ig.com.br/coelhinha-da-playboy-em-1966</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 10:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entrevista de 1966 com uma coelhinha da Playboy. Vale pelo registro histórico. Em inglês, sem legendas.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4KhkEJfEQ7c&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/4KhkEJfEQ7c&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4KhkEJfEQ7c" target="_blank">Entrevista de 1966</a> com uma coelhinha da <em>Playboy</em>. Vale pelo registro histórico. Em inglês, sem legendas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Por que temos medo das mulheres?&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 09:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;No inconsciente, o homem possui dois motivos para temer a mulher. O mais recente em termos de desenvolvimento é justamente a castração, cujo terror lhe é evocado pela visão do genital feminino. O outro motivo do temor que a mulher inspira no homem é mais arcaico e não é o medo da castração e sim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7537" title="valie" src="http://ricardolombardi.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/2009/10/valie.jpg" alt="valie" width="434" height="500" /></p>
<p>&#8220;No inconsciente, o homem possui dois motivos para temer a mulher. O mais recente em termos de desenvolvimento é justamente a castração, cujo terror lhe é evocado pela visão do genital feminino. O outro motivo do temor que a mulher inspira no homem é mais arcaico e não é o medo da castração e sim o medo da aniquilação, da morte. Tal medo decorre de vivências muito precoces adquiridas pela criança no contato com uma mãe imaginada como detentora de um poder absoluto, arbitrário e imprevisível, ao qual o bebê está completamente exposto em seu desamparo. É uma ímago terrorífica da mãe, a mãe má, o seio mau de Melanie Klein, a mãe-bruxa, aquela que povoa o &#8216;terrível reino das mães&#8217; na acepção de Goethe no Fausto, expressão cuja pertinência não passou desapercebida a Freud.&#8221;</p>
<p>O caos no &#8216;terrível reino das mães&#8217;, do psicanalista Sérgio Telles (Via <a href="http://www.armandoantenore.com.br/blog/" target="_blank">blog do Armando Antenore</a>). Para ilustrar, trabalho da artista austríaca Valie Export.</p>
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