Arquivo de ‘Comportamento’ Categoria
20/08/2008 - 07:30h
Para entender o nosso cérebro
Na linha de curiosidades úteis: gaste um pouco do seu tempo investigando a estrutura e o funcionamento do cérebro humano navegando pelo site “The Brain From Top To Bottom” (em inglês ou francês), uma espécie de enciclopédia interativa sobre o cérebro e o comportamento humano. O site permite que você explore 12 temas (cada um deles contendo vários sub-temas), como a memória, os sentidos e o desenvolvimento da mente, apenas para citar três exemplos. O mais legal é que dá para escolher respostas por nível de conhecimento: iniciante, intermediário ou avançado. Bom para todos os curiosos e para os jornalistas que precisam de informações sobre o assunto. Os próprios administradores do site informam que a repórter April Holladay usou as informações que encontrou lá como fonte para três colunas que ela escreveu para o jornal USA Today (1, 2 e 3). (Dica do Mauro K.)
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20/08/2008 - 07:20h
“Terror infantil”
A Revista da Semana também indica o livro “Sem Filhos, 40 Razões para Você Não Ter”, lançado recentemente no Brasil. O livro foi tema deste blog há um ano, na ocasião do lançamento na Grã-Bretanha. Diz a nota:”‘Enfim, a verdade: o inferno são as crianças’, escreveu a psicanalista e economista francesa Corinne Maier em seu site. ‘Se for para alimentar um parasita, prefira um gigolô’, escreveu em seu livro Sem Filhos, 40 Razões para Você Não Ter, evidentemente polêmico. ‘É um ensaio provocador’, segundo Le Figaro. ‘A ironia da autora ajuda a expor de forma divertida idéias sem grande originalidade, como seu discurso sobre a idolatria dos filhos e os malefícios da educação contemporânea.’ Corinne, ressalve-se, é mãe de dois adolescentes. O título de alguns capítulos ajuda a entender ao que ela veio:
‘Evite se tornar uma mamadeira ambulante’
‘Não aprenda a língua idiota usada para falar com crianças’
‘O quarto de brinquedos é o fim da brincadeira’”
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18/08/2008 - 07:30h
“Aliviando a consciência pesada”
Sugestão de leitura: a reportagem ”Aliviando a consciência pesada“, de Mariana Sgarioni, publicada na revista Vida Simples. “Em vez de passar a vida se chicoteando, que tal substituir a culpa, esse sentimento tão doloroso e destrutivo, por uma palavrinha: compreensão?”, diz o destaque do editor. Um trecho da matéria: ”A culpa não é, em si, necessariamente, uma doença, mas pode desencadear algumas enfermidades, sim. Há pessoas que tendem a se sentir culpadas o tempo todo. Alguém que experimenta culpa exacerbada pode fazer com que ela vire uma neurose. Normalmente, é o tipo que se sente inseguro, tem dificuldade de tomar iniciativas até por medo de errar. Nunca aceita elogios, não consegue ser homenageado, aquele que ninguém consegue encontrar um presente para dar no dia do aniversário. Não tira férias, trabalha demais, está sempre angustiado. Tem baixa auto-estima, nunca acredita em si mesmo. Como é de se esperar, a vida sexual de um culpado é obviamente difícil. Em casos extremos, um atormentado pela culpa isolase dos amigos e da família e, no limite, pode tentar até o suicídio.”
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15/08/2008 - 07:48h
QuemEuPossoProcessar.com
“Com se já não existissse gente suficiente processando umas as outras, agora um advogado da Flórida propõe uma maneira de fazer a coisa ficar ainda mais fácil”. É mais ou menos assim que começa uma matéria publicada na nova edição da Time, que chega às bancas hoje, sobre o site WhoCanISue.com (algo como QuemEuPossoProcessar.com), que começará a funcionar no próximo mês. “O novo site planeja ajudar consumidores a determinar se eles realmente têm um caso e a ajudá-los a encontrar um advogado”, diz o texto. Advogados que queiram aparecer no site pagarão uma taxa anual de US$ 1 mil, mais um montante adicional variável que determinará a posição deles numa lista (quanto mais dinheiro, mais bem colocado, suponho). Realmente não sei se a lei brasileira permite algo parecido, mas é uma idéia boa. A reportagem diz que o site já tem concorrentes, o SueEasy.com e o LegalMatch.com, mas o criador do novo serviço — que é grátis para o consumidor — diz que o diferencial é poder acessar advogados em tempo real. O espírito do tempo.
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13/08/2008 - 07:30h
Arte roubada descoberta: é sua?
O F.B.I. postou em seu site, na segunda-feira, uma lista detalhada de 137 obras de arte da coleção de William M. V. Kingsland. Por que a lista foi parar lá? Porque a maior parte das obras, ao que parece, é de procedência duvidosa. “Stolen Art Uncovered: Is It Yours?” foi o título que o F.B.I usou para a matéria, tentando chamar a atenção dos verdadeiros donos. As obras - três Picassos, um Giacometti etc. - foram encontradas em 2006 num apartamento de Nova York, depois da morte de William, quando se descobriu que seu nome não era William, entre outras mentiras. A história toda foi contada pelo repórter Eric Konigsberg. Acima, “I Think of You”, pintura de James C. Prohl.
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12/08/2008 - 07:17h
22 anos caminhando, 17 anos em silêncio
Pesquei esta sugestão de livro importado na nova edição da Revista da Semana: “‘Emocionalmente tocado pela destruição causada por um vazamento de petróleo na baía de São Francisco em 1971, John Francis jurou ficar fora do transporte motorizado’, informa a revista American Way. ‘Francis andou a pé por 22 anos, como uma forma de protesto. Durante esse período o andarilho, hoje aos 62 anos, atravessou as Américas, indo dos Estados Unidos ao Brasil. Tocador de banjo, ele também fez um voto de silêncio pela causa ecológica que durou 17 anos, e é disso que trata esta aventura autobiográfica, ‘uma inspiradora crônica pessoal de uma odisséia única’, segundo a National Geographic“. Os dados para quem quiser comprar a obra: “Planet Walker: 22 Years of Walking, 17 Years of Silence”, de John Francis. National Geographic Books. 320 páginas, U$ 26.
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12/08/2008 - 07:07h
Quando Dilma Roussef era a “Dilminha”
Muito bom o texto de Humberto Werneck publicado no Estadão de domingo. O jornalista mineiro lembra de sua adolescência, quando freqüentava os bailes em Belo Horizonte com a turma de amigos. Uma das garotas presentes era a “Dilminha”, a hoje ministra Dilma Roussef. Um trecho: “Dizia a dona Wanda: não dance apenas com as bonitinhas, meu filho; tire também as feinhas, porque elas muitas vezes têm encantos insuspeitados. Vou me desmentir: dancei, sim, com meninas que não eram bonitinhas, sendo que algumas eram feias, e até minuciosamente feias, o que não as impedia de portar encantos escondidos, não necessariamente sob os recatados vestidos da época. A Dilminha, perdão, a ministra e presidenciável Dilma Rousseff, não era feia, justiça lhe seja feita, embora a alguns de nós, os frangotes da turma do bairro São Pedro, seu rosto, com aqueles dentinhos, sugerisse um esquilo, sim, um daqueles esquilos que a gente tinha visto nos desenhos de Walt Disney nas matinês do Cine Tupi. Nossa possível futura presidente, então simplesmente Dilminha, em seu simpático esquilismo, não era, repito, feia. Estava mais para bonitinha. Mesmo porque, lembra o meu amigo Jaime Prado Gouvêa, esquilo não é marmota, e, entre os roedores de Brasília, até que faz boa figura.”
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12/08/2008 - 06:58h
O jeito russo de fugir do trânsito
É um jeito pouco usual de escapar do trânsito, com certeza. Esperemos que a moda não pegue no Brasil. Na Índia a coisa também está feia, como eu mostrei num post antigo (mas sempre é bom relembrar).
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11/08/2008 - 06:50h
O homem e o automóvel
Quer entender um pouco a respeito da psicologia das pessoas que dirigem automóveis? O suplemento de livros do New York Times recomenda o livro “Traffic - Why We Drive The Way We Do (And What It Says About Us)“, de Tom Vanderbilt, lançado recentemente no mercado americano. Em português: “Trânsito - Por que dirigimos do jeito que dirigimos e o que isso diz sobre nós”. Tom - que tem um blog - daria um bom personagem para os jornais brasileiros, já que o trânsito tornou-se o vilão número 1 da vida contemporânea. “Os congestionamentos não são causados pelos defeitos no design das ruas, mas por defeitos na natureza humana”. Polêmico.
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31/07/2008 - 07:40h
O calção vai ao escritório
No New York Times de hoje, caderno de Estilo, uma matéria sobre “shorts para usar no trabalho”. Dizem que está (ou vai estar) na moda. Neste link, uma galeria de fotos com vários exemplos para você escolher (fotos de desfiles e de situações reais de escritório, lá nos Estados Unidos).
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28/07/2008 - 06:49h
O futuro da leitura: impresso versus digital
O New York Times começou a publicar, em sua edição de ontem, uma série de reportagens sobre “O futuro da leitura” (ou como eles mesmos chamaram, a batalha entre o “digital” e o “impresso”). A idéia é mostrar como a internet e outras “forças tecnológicas e sociais” estão mudando a maneira das pessoas lerem. A primeira matéria focou no comportamento dos adolescentes americanos e no “debate passional sobre o que significa ler na era digital”. Enquanto alguns argumentam que as horas gastas na frente de um computador, navegando na internet, são as inimigas da leitura — prejudicando a alfabetização e destruindo uma “valiosa cultura comum” que existe apenas por meio da leitura de livros, outros dizem que a internet criou uma nova forma de leitura, um tipo que as escolas e a sociedade não devem desprezar. A web pode, por exemplo, inspirar adolescentes que estariam gastando tempo na frente da TV, parados, a ler e a escrever, segundo mostra o texto. “Ler numa página impresa e na internet é diferente. No papel, um texto tem um começo, um meio e um fim pré-determinado, em que leitores focam por um período de tempo na visão de um autor. Na internet, os leitores passeiam pelo cyberspace à vontade, compondo seu próprios começos, meios e fins”. Um infográfico mostra as capacidades desses “novos leitores”, segundo alguns pesquisadores.
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25/07/2008 - 07:38h
“Querido funcionário….”
Sobre a vida no trabalho: existem maneiras erradas de se demitir alguém. Mas será que realmente existe uma maneira certa? Esta matéria publicada pelo New York Times tenta responder à questão. Não traz muitas novidades (”não use a palavra ‘demitido’”; “não demita por e-mail”; “trate o empregado como uma pessoa, não como um item que você pode deletar da sua tela” etc.), mas pode ser útil. Outra matéria do jornal sobre o mundo corporativo (no formato “perguntas e respostas”) também pode interessar: “A maioria das reuniões na sua empresa são uma grande perda de tempo. Alguma coisa pode ser feita?“.
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24/07/2008 - 07:17h
O que dá para comprar com 5 dólares?
O que dá para comprar com 5 dólares? Essa é a pergunta que move o projeto colaborativo de um grupo de designers e de pesquisadores da Nokia, que está recolhendo participações mundo afora e postando tudo no Flickr. Para saber como participar, clique aqui. Para entender um pouco a idéia do projeto, aqui. No exemplo acima, da Itália, o fotógrafo flexibilizou a idéia e fotografou garrafas que custam 4,99 euros.
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23/07/2008 - 07:17h
A arte dos filmes caseiros
Em 1974, como parte do programa Family Folklore do Festival of American Folklife, o Smithsonian Institution pediu que famílias levassem alguns de seus filmes caseiros para que partes deles fossem copiadas para um documentário. Mais de 100 famílias responderam ao pedido, levando seus filmes em 16 mm e 8mm. O resultado foi o documentário “Home Movie: An American Folk”, de Ernst Star, na época um estudante de cinema da Temple University, e Steve Zeitlin, estudante de folclore da University of Pennsylvania. “Filmes caseiros não são uma amostra aleatória do nosso passado, mas uma idealização baseada naquilo que escolhemos preservar e lembrar”, diz um dos diretores. É, claro, uma forma de arte, um comentário sobre a vida familiar de uma determinada época. Por que registrar certos momentos e outros não? O filme, de cerca de 20 minutos, pode ser visto aqui (clique em Play Mpeg-4 Film). Se preferir, tem um trailer no YouTube (acima).
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23/07/2008 - 06:50h
Tatuagem: mulheres se arrependem mais
Interessante esta matéria publicada pelo Washington Post. Diz que, apesar de a maioria dos americanos que fazem tatuagens estar feliz com a decisão, as mulheres são as mais tentadas a retirar a marca com uma cirurgia, segundo uma pesquisa recente. Os autores do estudo apontam que essa diferença de sexo pode ser atribuída ao fato de que as mulheres aparentemente enfrentam mais comentários negativos e são mais estigmatizadas pela sociedade. “We saw that for women there is still some negative societal fallout to having tattoos”, disse uma das pesquisadoras, Myrna L. Armstrong. “This isn’t a problem for men. Society supports men, because tattoos are related to a macho image, so we don’t question it. But for women, having a tattoo seems to be a transgression of gender boundaries.”
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22/07/2008 - 07:17h
A era digital e a falta de concentração
Boa matéria publicada pelo London Times: “Stoooopid… Why the google Generation isn’t as smart as it thinks” (algo como, “Estúpido… Por que a geração Google não é tão inteligente quanto pensa”). O subtítulo explica melhor: “A era digital está nos destruindo ao arruinar nossa habilidade de concentração”. A matéria é focada na oposição atenção/distração e o autor entrevistou pessoas como David Meyer, professor de psicologia da Universidade de Michigan, um especialista no assunto. Meyer diz que há evidências de que pessoas que trabalham em atividades onde existe uma propensão à distração (como aquelas que exigem a capacidade “multi-tarefas” de um indivíduo), têm os mesmo sintomas de desgaste que os controladores de tráfego aéreo, ainda no começo da meia-idade. Segundo o texto, essas pessoas podem ter doenças relacionadas ao stress que não são causadas pelo trabalho excessivo mas sim pelo que Meyer chama de “multiple distracted work” ou “trabalho com múltiplas distrações”. “Nenhum ser humano pode, de forma eficaz, escrever um email enquanto fala ao telefone. Ambas as atividades usam a linguagem e o canal de linguagem no cérebro não consegue funcionar dessa forma”, diz.
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21/07/2008 - 08:10h
A indústria da maconha na Califórnia
A revista New Yorker que chega às bancas hoje traz uma reportagem interessante: “Como o uso medicinal está transformando a indústria da maconha”. O repórter passou seis meses acompanhando um “pot broker” (corretor de maconha), o cara que ajuda a conectar plantadores de maconha de “alto grau” na Califórnia com as lojas que vendem maconha legalmente por recomendação médica no estado (a Califórnia tem, segundo a matéria, centenas dessas lojas; e os usuários legais da droga já passam de 200 mil). No site da revista, o repórter David Samuels conta, num arquivo de áudio, alguns detalhes da sua apuração e também as razões que o levararam a investigar o tema.
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21/07/2008 - 06:51h
“Babás noturnas” ganham mercado
A Night Nannies (Babás Noturnas) é uma empresa americana especializada em tomar conta de bebês durante a madrugada, para que os pais possam dormir tranqüilamente. É um nicho de mercado que está crescendo, diz esta matéria aqui, publicada pelo New York Times. O título é bom: “Baby Cries at 2. A.M.? No Need to Get Up”.
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18/07/2008 - 06:45h
“Seu casamento não morreu. Está em coma”
A revista Details fez uma matéria chamando de “casamento zumbi” aquela fase inevitável em que o trabalho e as crianças ganham importância dentro do casal e vão, de certa maneira, se sobrepondo ao romantismo (o que, em muitos casos, acaba levando ao divórcio). O autor do texto argumenta que, ao invés de tratar a relação como morta, é mais produtivo pensar que ela está em coma, “um estado inconsciente, protetor”. Aceitando o problema como ele é, um casal pode “resolver as coisas numa coexistência menos ansiosa e mais pacífica”. Pode interessar.
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17/07/2008 - 06:37h
50 maneiras de romper uma relação
Uma idéia boa: um grupo de teatro pediu que pessoas mandassem anonimamente, por e-mail, seus relatos de “piores maneiras de terminar um relacionamento” (e quanto mais estranho tiver sido, tanto melhor). Muito gente quis participar. O resultado é a peça “50 Ways do Leave Your Lover”, que ganhou bom espaço no jornal Independent. Esta desculpa aqui foi destacada pelo autor do texto: “Yeah, I see a future for us, but it’s more a global warming and climate catastrophe sort of vision. So I’m going take some preventative measures. For the sake of the planet.” (algo como, “Sim, eu vislumbro um futuro para nós, mas está mais para uma visão de aquecimento global e catástrofe climática. Então eu vou tomar algumas medidas preventivas. Pelo bem do planeta.” Aproveitando a deixa, o site do Independent pede aos leitores que escrevam sobre seus “piores términos”. Se quiserem, postem aqui nos comentários histórias semelhantes. A peça é uma das atrações teatrais deste festival aqui.
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16/07/2008 - 07:28h
Extremistas do controle de natalidade
“Esqueça as camisinhas – mais e mais caras jovens e solteiros estão fazendo vasectomia”, diz uma das chamadas de destaque no site da revista Details. O autor entrevistou vários homens na faixa dos 20 e dos 30 que resolveram recorrer ao método mais radical, “aterrorizados por uma gravidez não desejada e cansados de usar camisinha.” Leia o texto completo neste link.
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11/07/2008 - 06:28h
Uma nova revolução sexual
“Maiores de 70 anos estão fazendo mais sexo do que nunca“, diz uma matéria do jornal Independent, citando uma pesquisa realizada pela Universidade de Gotemburgo. “E as mulheres estão aproveitando mais do que os homens”. Tem a ver, também, com este post aqui, do mês passado. Na foto, a atriz Sofia Loren.
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08/07/2008 - 06:33h
O problema dos muito ricos: desencanto
Uma matéria publicada pelo New York Times é um exemplo do espírito do tempo do mundo dos muito ricos. Grosso modo, diz que como os ricos americanos estão mais ricos do que nunca, os problemas que o dinheiro traz estão exigindo mais tempo deles na terapia. O jornal falou com uma dúzia de terapeutas sobre o efeito psicólogico de ter dinheiro demais na conta. Enquanto décadas atrás grandes herdeiros sofriam de depressão, os bilionários de hoje (que fizerem suas próprias fortunas) são narcisistas demais para isso. Uma grande parte deles sofre de um certo “desencanto” com o mundo fora dos negócios, que eles obviamente não podem controlar. Ok, então.
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07/07/2008 - 07:36h
A ciência da depressão
No Boston Globe, na seção de “Idéias“, um artigo interessante de Jonah Lehrer. O título: “Como o Prozac mandou a ciência da depressão para a direção errada“.
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04/07/2008 - 06:48h
Mulheres tatuadas
Recebi esta lista de um amigo: “The World’s 101 Hottest Women with Tattoos for 2007“. Ok. Acima, as tatuagens da atriz Shannyn Sossamon, que aparecem em 58º lugar.
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03/07/2008 - 06:42h
Para quem cuida dos pais
Um blog novo lançado pelo New York Times: “The New Old Age“, escrito por Jane Gross. Grosso modo, compartilha histórias de leitores e conselhos de profissionais a respeito de um assunto cada vez mais comum na vida das famílias: a experiência de ter de cuidar dos pais idosos.”Graças às maravilhas da ciência médica, nossos pais estão vivendo mais tempo do que nunca. Adultos com mais de 80 anos são o segmento da população que mais cresce”, escreve Jane. A idéia do blog, ao dividir experiências, é a de ajudar a todos que passam por situações semelhantes. Boa.
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01/07/2008 - 09:44h
As inglesas e a “barba por fazer”
Uma daquelas pesquisas inglesas que sempre acaba virando conversa de bar: “mulheres preferem homens com barba por fazer para amor, sexo e casamento.” Saiu no Telegraph, ilustrada com as fotos acima.
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30/06/2008 - 08:11h
“A proibição do fumo salvou 40 mil vidas”
Está na capa do Independent de hoje: “Smoking Ban Has Saved 40,000 Lives” (ou “a proibição do fumo salvou 40 mil vidas). A matéria, publicada na véspera do aniversário de um ano da lei que proibiu o fumo em todos os espaços públicos fechados da Inglaterra, incluindo pubs e restaurantes, é baseada num relatório que revela números interessantes: 400 mil ingleses deixaram de fumar no último ano - um dado que, segundo os pesquisadores, representa as 40 mil vidas salvas; mais de 2 bilhões de cigarros deixaram de ser fumados; e três em cada quatro pessoas apóiam a lei. O texto completo está aqui.
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30/06/2008 - 07:27h
O problema do ar-condicionado no trabalho
No New York Times, um tema que pode interessar a muita gente: perguntas e respostas sobre o conhecido “problema do ar-condicionado no escritório”. A primeira questão é familiar: “Agora que o ar-condicionado está funcionando no seu escritório, você e alguns colegas de trabalho acham que está muito frio. Mas outros dizem que para eles a temperatura está OK. O que está acontecendo?” Outra pergunta: “A temperatura pode afetar a produtividade?” (Segundo um estudo realizado pelo professor Alan Hedge, da Cornell University, empregados que sentem frio tendem a trabalhar de um modo menos eficiente). OK, então.
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27/06/2008 - 06:40h
Polícia de Miami descobre “bordel-móvel”
Reportagem curiosa do Miami Herald sobre a profissão mais antiga do mundo (e a maneira que um “empresário” do setor descobriu para tentar burlar a lei). Policiais à paisana descobriram e desmascararam um “bordel-móvel”, uma espécie de ônibus adaptado para servir como prostíbulo, que cobrava 40 dólares pela entrada (fora o preço para o sexo com as garotas e coisa e tal, lá dentro). Seis pessoas foram presas, inclusive o motorista/cobrador da história. Leia o texto “Police put ‘bus-brothel’ out of service“.
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26/06/2008 - 07:01h
“Ninguém é perfeito”
A reportagem de capa da edição de julho da revista Vida Simples pode ser lida na web: “Você Não é Perfeito - Por que desejamos (e raramente conseguimos) ter um corpo irretocável, um casamento de novela e um emprego de sonhos? A resposta pode estar na forma como nos relacionamos com o mundo à nossa volta“, diz o destaque. Um trecho do texto de Elisa Correa: “Como bons consumidores, também medimos nossos relacionamentos pela satisfação. O sociólogo inglês Anthony Giddens deu até nome para esse novo tipo de relação amor confluente que substituiu a velha idéia romântica do amor exclusivo até que a morte nos separe. As relações de amor confluente duram apenas até quando e nem um dia a mais dura a satisfação de cada um dos envolvidos. Enquanto Giddens vê essa mudança das relações como libertadora, Zygmunt Bauman acredita que, hoje, os relacionamentos são considerados como coisas a serem consumidas e não produzidas e, desse jeito, ficam submetidos aos mesmos critérios de avaliação de outros objetos de consumo. No livro The Individualized Society (A sociedade individualizada, sem edição brasileira), Bauman adverte que se o parceiro é visto pela ótica do consumo, não é mais necessário para o casal fazer funcionar o relacionamento, garantir que ele sobreviva aos altos e baixos, fazer sacrifícios para que a união dure. Basta procurar um relacionamento novo e melhor no mercado quando o velho não der mais a satisfação esperada e o prazer prometido.” Bom tema.
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25/06/2008 - 07:07h
Um hormônio pode curar a timidez
O London Times informa que cientistas estão estudando o oxytocin, um hormônio natural que segundo os pesquisadores pode tornar-se uma droga que ajudará as pessoas a superar a timidez. “Testes mostraram que o oxytocin pode reduzir ansiedade e aliviar fobias”, diz o texto. Boa notícia para acompanharmos.
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25/06/2008 - 06:27h
“Somos ‘como’ lemos”
A mais recente edição da Revista da Semana traduziu um trecho da matéria de capa da The Atlantic, que eu sugeri aqui dias atrás. “A avalanche de informações da internet impede leitura e pensamento em profundidade”, destacou o editor. Um trecho: “Para Maryanne Wolf, psicóloga do desenvolvimento da Universidade Tufts, ‘não somos somente o que lemos. Somos como lemos.’ A leitura profunda não se distingue do pensar em profundidade. O estilo promovido pela internet, de eficácia e imediatismo acima de tudo, pode estar enfraquecendo nossa capacidade de leitura profunda. A internet agrupa a maioria das tecnologias intelectuais. É mapa e relógio, impressora e máquina de escrever, calculadora, telefone, rádio e televisão. Quando absorve uma mídia, essa mídia é recriada à sua imagem. E sua influência não termina na tela do computador. Quando a mente das pessoas se sintoniza com a louca colcha de retalhos da internet, a mídia tradicional tem de se adaptar às novas expectativas do público.”
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25/06/2008 - 06:23h
O “efeito Lolita” entre as meninas
O jornal Washington Post publicou um texto sobre o livro “The Lolita Effect: The Media Sexualization of Young Girls and What We Can Do About It“, de M. Gigi Durham. É um tema bom, que me parece universal (apesar dos pais americanos se preocurem mais com o assunto, acho).
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24/06/2008 - 06:19h
A família contemporânea
Um texto de Rachel Johnson na The Spectator pode interessar aos pais: diz que “mulheres trabalhadoras, divórcio, babás e uma obsessão por atividades extra curriculares” estão transformando a vida das famílias, mesmo as de classe média, fazendo com que as crianças passem cada vez menos tempo com os pais (o menor tempo dos últimos cem anos, segundo a autora).
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20/06/2008 - 07:03h
“Os homens são entediantes?”
Este texto da revista Intelligent Life pode despertar o interesse de algumas mulheres: “Are Men Boring?” (”Os homens são entediantes?”), pergunta o título. O destaque do editor, no original, ficou assim: “They’re doing well, holding down a good job, they’ve probably managed to find a wife and have a family. But can they hold a conversation? Sabine Durrant talks to friends, experts–and even the odd man–to work out why the male of the species seems to be deadlier than the female …”. De fato, muita gente diz que a maioria dos homens não consegue “segurar” um bom papo durante muito tempo. Polêmico.
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19/06/2008 - 06:20h
Tóquio Confidencial
Depois de tanto ler sobre o centenário da imigração japonesa, lembrei de uma dica. No site do The Japan Times, a seção Tokyo Confidential traz resumos de matérias selecionadas dos semanários japoneses. Como é em inglês, abre um caminho para temas da sociedade japonesa que ficariam restritos ao público de lá. Sempre tem coisas boas.
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18/06/2008 - 07:11h
Menina contra menino
Uma reportagem do Washington Post diz que está aumentando o número de escolas americanas que separam as classes por sexo.
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17/06/2008 - 07:02h
Cuidado com os carros que usam adesivos
Como se não bastasse o trânsito caótico dos dias atuais, há uma outra praga que devemos sempre evitar: a dos motoristas agressivos, sempre dispostos a usar as ruas e o automóvel como válvula de escape para suas raivas cotidianas. É possível identificar essas pessoas? Segundo informa o Washington Post, sim. O jornal cita um estudo realizado pelo psicólogo social William Szlemko, da Colorado State University. Szlemko concluiu que os motoristas que colam adesivos com frases em seus carros, usam placas personalizadas ou outros “marcadores de território” não só ficam irritados quando levam uma fechada ou quando o motorista da frente demora para arrancar, mas tendem a usar seus veículos para “expressar raiva”, buzinando, colando na traseira do carro da frente ou usando qualquer outro comportamento agressivo. Detalhe: tanto faz se a mensagem é “da paz” (tipo “eu acredito em Duendes”) ou não (”Tá nervoso:? Vai surfar”). O que importa é o ato de personalizar o carro. Fica a dica.
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16/06/2008 - 07:10h
Roubando a conexão wi-fi do vizinho
Outra matéria que eu pesquei na Time: “Roubar a conexão wi-fi do seu vizinho é anti-ético, ilegal e não é muito eficiente. Mas é fácil, com certeza”, escreve o editor. O texto conta que o site ThinkGeek vende até uma camiseta que vem com um “detector de wi-fi”. Gostei do tema. Certamente a moda vai pegar no Brasil.
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16/06/2008 - 06:47h
Garotos “super size”
A Time desta semana publicou várias reportagens sobre a geração de crianças acima do peso que os Estados Unidos estão criando. Uma das matérias dá dicas para manter o moleque ativo de um jeito divertido. Outro texto afirma o que parecia óbvio: a genética não é a única culpada pelo problema.
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16/06/2008 - 06:25h
“Quando mamãe e papai dividem tudo”
Na capa da revista do New York Times, um tema interessante: casais com filhos, determinados a fazer funcionar o esquema de divisão de tarefas diárias, o que eles chama de “equally shared parenting”, estão fazendo isso minuto a minuto. Mesmo. Eles trabalham o mesmo número de horas, passam o mesmo tempo com as crianças e se responsabilizam de maneira igual pela casa, informa o texto. ”Eles entendem que isso pode significar um ajuste nas ambições profissionais e provavelmente na renda do casal; mas o que ganham com isso, eles acreditam, pode ser mais valioso do que aquilo que perdem.” Leia aqui a reportagem “When Mom And Dad Share It All” (ou “quando mamãe e papai dividem tudo”).
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12/06/2008 - 08:18h
As distrações tecnológicas no trabalho
No Wall Street Journal de hoje, a resenha de um livro que trata do espírito do tempo no ambiente de trabalho. Segundo o texto, a tecnologia das mensagens instantâneas e das redes sociais (Msn, Google Talk; Orkut, MySpace, etc) e a impaciência natural dos colegas de escritório e dos chefes podem criar um ambiente desenhado para tirar do nosso dia qualquer “intervalo sustentável de atenção” - ou seja, um intervalo sem interrupções - para a realização uma tarefa particular. Do email ao messenger, passando pelo Twitter, “o intervalo entre as interrupções parece estar chegando perto do zero”. O livro da imagem ao lado, “Distracted - The Erosion of Attention and the Coming Dark Age“, de Maggie Jackson, joga luz sobre essa tendência, falando especialmente das distrações que a tecnologia ajudou a trazer para o nosso cotidiano. Parece interessante.
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11/06/2008 - 07:11h
Celulares em shows: “extremante irritante”
Uma reportagem bem sacada do Dallas Morning News: eles foram saber dos músicos o que eles acham do povo que fica com o celular na mão quase o tempo todo registrando seus shows. Resultado: eles não gostam. “É extremamente irritante”, disse Roger Waters, do Pink Floyd (ou ex-Pink Floyd, para ser mais preciso). “Todas essas pessoas segurando esse horríveis quadradinhos brilhantes”, completou. O guitarrista de jazz Bill Frisell vai mais longe: “É como se eles nem estivessem ali”, diz. “Como performer, é frustrante olhar e ver aquele oceano de celulares no lugar de rostos”, disse Carrie Brownstein, também guitarrista. Que continua: “Existe realmente um problema quando as pessoas estão tão ocupadas documentando o momento que esquecem de apenas viver o momento.” Boa pauta.
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10/06/2008 - 07:12h
Um site para falar dos chefes
No site Bossbitching.com acontece o seguinte: todo mundo pode postar histórias sobre seus chefes. Detalhe: não é preciso se identificar, os posts podem ser anônimos (só isso explica a sinceridade do pessoal). É possível procurar postagens por “tipos de chefe”. Exemplos: “O Insensível“, “O Tirano” e “O Ladrão de Crédito“. Alguém podia criar uma versão em português.
Enviado por Ricardo Lombardi
09/06/2008 - 07:17h
A vingança das “nerdettes”
Para a Newsweek, ser geek é chique em todos os níveis da sociedades. Sendo assim, a revista procurou e detectou um fenômeno nos Estados Unidos: o surgimento das Nerd Girls, ou garotas nerds, ou “nerdettes”, como aparece no título da reportagem. “Elas são inteligentes, elas são plugadas, elas são quentes”. Ok, então.
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09/06/2008 - 07:07h
A MTV e a geração YouTube
No Independent, uma matéria interessante sobre a MTV. O título é o seguinte: “MTV: How internet killed the video star” (ou como a internet matou a estrela do videoclipe). Grosso modo, fala o seguinte: a geração da MTV já está na meia idade; e a nova geração só quer saber do YouTube (nove entre os 20 vídeos mais vistos por lá são musicais).
Enviado por Ricardo Lombardi
06/06/2008 - 07:26h
Para a nova geração de pais
Não conhecia a Babble, uma revista/comunidade “para a nova geração de pais”. Lá, encontrei coisas como “45 razões para ter um bebê” (poder rever desenhos animados com seu filho é uma delas) e “No Sex, Please; We’re Parents” (o depoimento de uma mulher que quis dar um tempo ao contato físico).
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04/06/2008 - 07:43h
Surto no mundo de Dilbert
No meio do expediente, algum tipo de faísca psicológica faz com que um dos funcionários do vídeo acima exploda de raiva. Dá só uma olhada no que ele faz. Esse homem precisa de ajuda.
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04/06/2008 - 07:22h
Uma história dos vibradores
No caderno de “Vida & Estilo” do London Times, uma matéria sobre “a história dos vibradores”.
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04/06/2008 - 06:48h
Nós e os outros
Uma matéria muito bem escrita (em inglês) sobre o caso dos dois caras (um folgado, outro não) que brigaram durante uma aula de spinning na academia, em Nova York, e acabaram no tribunal. Esse caso, inclusive, é mencionado no texto que eu sugeri na semana passada sobre “etiqueta na academia”. O interessante é que a reportagem levanta uma questão universal, comum aos habitantes das grandes cidades: a falta de preocupação de um certo tipo de pessoa com os outros. Exemplos mencionados no texto: gente que não espera o pedestre atravessar a rua e acelera; gente que avança para entrar no vagão do metrô sem esperar que os outros desçam; gente que atende o telefone durante a sessão de cinema; e por aí vai. Eu mesmo, ontem, flagrei dois motoristas usando a contra-mão para cortar caminho. É impressão minha ou aumentou o número de cidadãos dessa categoria?
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03/06/2008 - 06:17h
“Você ama seu trabalho ou só o seu salário?”
O depoimento de Pamela Skillings apareceu na lista dos textos mais lidos do New York Times esta semana: “Você ama seu trabalho ou só o seu salário?”, pergunta o título, provocando aqueles que trabalham pensando apenas no pagamento, mas que vivem infelizes com o cotidiano do escritório. A experiêcia pessoal da autora rendeu um livro: “Escape from Corporate America: A Practical Guide to Creating the Career of Your Dreams”.
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02/06/2008 - 08:07h
“Um homem de lei”
Leio hoje na Piauí que o ex-vereador José Gilberto de Souza teve uma idéia bem brasileira. “Duas semanas depois de deixar a assembléia, criou o site http://www.projetosdelei.com.br/“, diz a revista. Lá, Souza comercializa os projetos que criou durante sua passagem pela Assembléia Legislativa de Campo Mourão, Paraná. Seus clientes são vereadores “sem inspiração”. Diz o texto: “Com um catálogo de 1500 produtos à venda, a empreitada tem visual simples e mensagem direta. Logo na página de abertura, quatro perguntas criam suspense na tela do computador: Como atingir os objetivos como representante do povo? Como estarei perante os meus eleitores? Quando projetos de lei apresentarie Serão de interesse popular? A resposta surge em seguida, no estilo facas Ginsu: ‘Não fique na dúvida. Nós temos a solução para um mandato eficiente.’” Neste link, a tabela de preços. Souza vende, em média, 20 projetos por semana para políticos que não têm muito tempo para pensar com as próprias cabeças.
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02/06/2008 - 06:32h
Cirurgia deixa homens mais altos
Um texto da revista Details pergunta: o que você seria capaz de fazer para ficar mais alto? A matéria mostra que cada vez mais homens americanos baixinhos estão se submetendo a dolorosas cirurgias para aumentar o tamanho das pernas e ganhar alguns centímetros. Os resultados são variados. E o procedimento é caro: segundo a revista, a conta pode chegar na casa dos 100 mil dólares. Achei estranho. Leia a reportagem aqui.
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30/05/2008 - 07:50h
Choque de culturas: futebol x elite da arte
Boa sacada do Wall Sreet Journal de hoje: uma reportagem sobre o “choque cultural” que já está ocorrendo na cidade de Basel, na Suíça. Explica-se: na terça-feira começa por lá uma das mais prestigiadas feiras de arte contemporânea do mundo, a Art Basel. “Pelo menos 55 mil pessoas são esperadas”, informa o texto. Na mesma semana, um grupo ainda maior de pessoas (160 mil, mais ou menos) é esperado para prestigiar a Eurocopa, o campeonato europeu de futebol, que começa no sábado. É a turma das artes plásticas disputando os mesmos hotéis, restaurantes e até áreas da cidade com a turma do futebol. Como tudo acaba em dinheiro, algumas empresas estão aproveitando a ocasião estranha: a Nike vai organizar uma competição de “arte pública” chamada “The Art of Football” e a Audi, marca que costuma apoiar feiras de arte, planeja realizar um torneio de futebol de salão. A cidade, ao que parece, vai ferver. Neste link, algumas obras que serão vendidas na feira, como a da foto acima, ”One-way colour tunnel”, de Olafur Eliassun.
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30/05/2008 - 07:45h
A etiqueta da academia de ginástica
No New York Times de hoje, uma reportagem que joga luz num problema mundano, mas pelo qual aqueles que freqüentam academia podem se interessar: como conviver com os chatos, os grosseiros e os barulhentos da esteira ou da bicicleta ou do aparelho ao lado? (tem até aqueles que cantam alto, enquanto ouvem música no fone). Confrontá-los ou não, eis a questão colocada pelo repórter, que deixa claro que academias são diferentes de “clubes de campo”, onde todos entendem as regras tácitas. (Lembrando que o Times é grátis, mas pede cadastro. Vale a pena preencher). Ah, se puder, deixe um cometário contando alguma história que você presenciou na academia.
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30/05/2008 - 06:43h
“Prospect” discute os games
A revista Prospect resolver colocar uma discussão sobre games na capa da edição de junho, com a reportagem “Mind Games - Technology and the future of play“, de Tom Chatfield. “Os videogames contemporâenos significam grandes negócios e grandes polêmicas”, diz o texto.
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30/05/2008 - 06:32h
Controle de natalidade para os outros
“O caminho para controlar o crescimento populacional no século 20 foi pavimentado com boas intenções e políticas desagradáveis que não funcionaram”, argumenta o recém lançado “Fatal Misconception”, obra de Matthew Connelly, professor de história da Columbia University. A Economist publicou uma resenha sobre o livro; o New York Times fez a mesma coisa.
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29/05/2008 - 10:06h
Uma nova ética corporativa
No New York Times de hoje, uma matéria sobre o professor de administração de Warthon, Stewart D. Friedman (foto). O estilo de Friedman é apontando como uma tendência “quente” nas escolas do gênero: incorporar valores da vida pessoal na ética da corporação. A premissa fundamental é que, nos dias de hoje, as escolas de administração precisam ensinar que “liderança” existe em todos os níveis e que a vida corporativa deve ser muito mais do que apenas ganhar dinheiro. Para Friedman, a liderança também não deve estar restrita ao trabalho, mas avançar na vida pessoal do indivíduo, como no envolvimento dele com a comunidade, por exemplo. Bom tema.
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28/05/2008 - 07:25h
A eterna insatisfação
Eugenio Mussak, na mais recente Vida Simples, trata de um tema que sempre interessa: “Por melhores que estejamos, parece que estamos sempre buscando padrões, perfeições que não existem. Por que estamos sempre insatisfeitos?” Um trecho da resposta: “A maneira mais simples de abordar o tema da insatisfação humana é equacionar a distância que há entre ambição e ganância. Explicar que ambição é um sentimento bom, pois ele promove o crescimento, a busca intelectual, a dedicação ao trabalho, a superação dos limites. E que ganância é uma qualidade deplorável, pois o ganancioso quer cada vez mais para si em detrimento dos outros. Ambos são eternamente insatisfeitos, e sempre acham que têm um destino maior. Só que o ambicioso quer chegar lá para se realizar e compartilhar, enquanto o ganancioso quer chegar primeiro para pegar a parte maior e não ter que repartir. O ambicioso constrói, o ganancioso destrói. A ambição pertence às qualidades do homem; a ganância, a seus defeitos.” Leia o texto completo.
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28/05/2008 - 06:20h
A vida sem celular
“Muitos de nós não imaginam uma vida sem celular”, diz o Independent, que entrevistou pessoas que se recusam a adotar o celular como acessório. “Por que eles resistem? E como eles conseguem?”, pergunta o texto. São nove depoimentos de diversos profissionais.
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27/05/2008 - 07:16h
Post-it na pele
Um produto para os esquecidos: uma tatuagem removível que vem com linhas para que você escreva, na própria pele, as tarefas do dia-a-dia. Segundo lembrou bem o pessoal do Popgadget, é uma versão mais amigável do método daquele personagem do filme “Amnésia”. Via Popgadget.
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27/05/2008 - 07:10h
Mais uma espécie em extinção
No London Times de hoje, um jornalista escreve sobre o processo de extinção dos “Spurmo”, a sigla para “Straight Proud Unmarried Men Over-30″ (ou homens heterossexuais solteiros com mais de 30 e orgulhosos dessa condição). No final, o autor indica até um site sobre o assunto, o Spurmo.com. E dá uma pequena lista de heróis dos solteirões - apoiadores da causa: George Clooney, Christian Slater, Jack Nicholson , Indiana Jones e Hugh Hefner. Na linha “humor”, há um livro interessante sobre o assunto: “Guia do Solteiro”, de P. J, O’Rourke. “Um livro sobre culinária, faxina e manutenção da casa para pessoas que não sabem como fazer essas coisas e não estão interessadas em aprender”, escrevem os editores. Segundo O’Rourke, o equipamento básico de cozinha do homem solteiro é o seguinte: “canivete, extintor de incêndio, uma garrafa de Jack Daniels, um pedaço de pau comprido, aspirina, antiácido e um cachorro morto de fome para comer o que você estragou.”
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27/05/2008 - 06:20h
Jogar em casa é sempre bom
Por que o time que joga em casa costuma ganhar? O jornal Boston Globe fez uma matéria sobre o assunto, inspirada na performance do time de basquete da cidade (sempre ganha em casa, sempre perde fora), mas os argumentos dos pesquisadores valem para todos os esportes. Uma das possibilidades os fãs do futebol conhecem bem: os juízes são influenciados pela torcida local. O texto informa: durante um teste em 2002, o videoteipe de um jogo de futebol foi exibido para um grupo de árbitros, para que eles fizessem suas marcações. Metade assistiu ao jogo sem som, enquanto o resto ouvia a torcida. O barulho influenciou o resultado: “na média, eles marcaram 2,3 faltas a menos contra o time da casa quando estavam ouvindo a torcida.”
Enviado por Ricardo Lombardi
26/05/2008 - 07:26h
China: liderança em censurar a web
Na Der Spiegel, mais China: uma reportagem explica como o país tornou-se líder mundial de censura na web. Segundo a matéria, os chineses foram os pioneiros no assunto e são “os principais exportadores de métodos de censura on-line”. E mais: empresas do ocidente continuam ajudando Pequim na tarefa. Leia “How China Leads the World in Web Censorship“. O gráfico ao lado mostra que a China também lidera o mundo em usuários da internet.
Enviado por Ricardo Lombardi
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