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11/03/2009 - 06:10

“A vida é assim, mestre”

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Circular: “(…) Rudá testemunhou o mal-afamado método de direção de De Sica. Ele viu o diretor desferir um tapa na cara de um velhinho porque não havia gostado do jeito que ele andara em cena. ‘Como mandava o neo-realismo, eu tinha apanhado o figurante na rua, e senti aquele tapa como se fosse em mim’, contou.

Em 1954, veio ao Brasil visitar o pai. Mas Oswald morreu nesse ano (aos 64 anos) e Rudá nunca mais retornou à Itália. Deixou para trás uma noiva, filha do poeta Giuseppe Ungaretti. ‘Ele veio passar uma temporada no Brasil e me interpelou: Perché?’, lembrou Rudá. ‘Como eu não tinha mesmo o que dizer, apelei: La vita è cosi, maestro.’ A vida é assim, mestre.”

(Norma Couri em “La vita è cosi, maestro“, texto que homenageia Rudá de Andrade, publicado na revista Piauí).

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