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28/08/2008 - 08:03

A década do “Grande Lebowski”

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Uma década depois de ter sido lançado, com um resultado fraco nas bilheterias, o filme “O Grande Lebowski“, dos irmãos Coen, continua vivo como um clássico “cult”, inspirando teses acadêmicas, festivais anuais e histórias em quadrinhos. Para descobrir o porquê disso, e aproveitando a efeméride, a revista Rolling Stone americana foi atrás do elenco e de alguns fãs mais obcecados para preparar uma reportagem sobre o assunto. Um dos achados: Lebowski é mais do que um filme, é um movimento. E o “Dude”, interpretado por Jeff Bridges, representa um modo de vida Zen desejado por muitos de nós. Neste link, a matéria da revista. (Como extras no site, uma entrevista com Steve Buscemi e um texto sobre a trilha-sonora, com links de áudio, entre outras coisas). Neste outro aqui, um vídeo que eu já sugeri: a versão reduzida do filme mostrando quantas vezes a palavra “fuck” aparece (ou “The Fucking Short Version”).

Autor: - Categoria(s): Cinema Tags:

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2 comentários para “A década do “Grande Lebowski””

  1. LG Bayão disse:

    Um dos meus filmes favoritos, valeu pela dica!

  2. fRANCISCO disse:

    “Grande Lebowski” é um pequeno alerta de que é possível pelo menos tentar viver pelas beiras do sistemão. Muito se fala a respeito de não ser possível exercer qualquer nível de autenticidade nos nossos dias. Bicho, aquela calça estampada do Dude, tem gente que usa. Faz em casa, na máquina de costura. E usa! E dá tudo certo! O que é dar certo no sistemão (gringo)é o subprime? O rei está sem calças de grife! Há muitas e consistentes formas de levar a vidinha, que é essa aí mesmo, curtindo o possível, sem nóia, numa boa…

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