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28/07/2008 - 06:10

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Circular: “Resta lembrar que a vida dos livros é vária como a dos homens. Uns morrem de vinte, outros de cinqüenta, outros de cem anos, ou de noventa e nove (…) Ora, esse prolongamento da vida, curto ou longo, é um pequeno retalho da glória. A imortalidade é que é de poucos.” (Machado de Assis, “A Semana”, 16/8/1896)

“Há muita coisa parasita, muita repetida, e muita que não valia a pena trazer da vida ao livro.” (Machado de Assis, “A Semana”, 27/12/1896)

“(…) o leitor, entretanto, não se refugia no livro, senão para escapar à vida.” (Machado de Assis, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”)

Autor: - Categoria(s): circular Tags:

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