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Arquivo de janeiro, 2009

29/01/2009 - 06:49

Uma ária: “Vesti la giubba”

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A English National Opera e o Sky Arts encomendaram a três cineastas (Werner Herzog, Dougal Wilson e Sam Taylor-Wood) curtas-metragem sobre alguma ária operística. O jornal The Guardian disponibilizou um trecho do trabalho de Taylor-Wood, uma interpretação da popular “Vesti la Giubba”, da ópera “Pagliacci”, de Ruggero Leoncavallo. Gostei. Assista.

Autor: - Categoria(s): Música Tags: ,
29/01/2009 - 06:40

“National Geographic” lança selo musical

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Um case de expansão de marca (vamos ver no que dá): a National Geographic Society lançará um selo musical que irá “gravar, lançar e promover música contemporânea de todo o mundo”. Li na Folio.

Autor: - Categoria(s): mídia, Música Tags: ,
29/01/2009 - 06:32

Imitar Harry Houdini não é fácil

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Ser seguidor de Harry Houdini não é uma tarefa fácil, como mostra o vídeo acima, de um truque mágico que quase acaba mal.

Autor: - Categoria(s): curiosidades, internet Tags:
29/01/2009 - 06:23

Reclamar também exige estilo

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Dica do meu amigo Gary, lá do outro lado do mundo: seria esta a melhor carta/e-mail de reclamação de um passageiro de companhia aérea da história? Bem, se não é, passou perto. O autor escreve bem. Acima, foto da comida que foi servida durante o vôo da Virgin, tirada pelo reclamante — e a causa da insatisfação dele. Saiu no Telegraph. A Wired (e mais um monte de gente) também tratou do tema.

Autor: - Categoria(s): aviação, Gastronomia Tags:
29/01/2009 - 06:14

Ritmo de carnaval

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Em ritmo de carnaval (ao meu modo e em plena quinta-feira): Raul Seixas e Wanderleá cantam algumas marchinhas (“A Jardineira”, “Mal-me-quer”, “Pastorinhas”, “Máscara Negra” e “O teu cabelo não nega”).

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
29/01/2009 - 06:06

“Realmente, vivemos muito sombrios!”

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Circular: “Aos que vierem depois de nós

“Realmente, vivemos muito sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.

Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?

É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: “Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!”

Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.

Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.

Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

As forças eram escassas. E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.

Íamos, com efeito,
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.

E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.

(Bertolt Brecht, na tradução de Manuel Bandeira)

Autor: - Categoria(s): circular Tags:
28/01/2009 - 06:52

Os melhores albergues do mundo

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Boa dica de turismo: os melhores albergues do mundo foram anunciados esta semana. O Travellers House (foto), em Lisboa, é o primeirão da lista (18 euros a diária, para quem se interessar). Aqui, a lista dos 10 melhores, com links. Detalhe: dos 10, quatro são em Lisboa.

Autor: - Categoria(s): Turismo Tags:
28/01/2009 - 06:44

Palestras: “O legado de Darwin”

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Como parte das comemorações dos 200 anos de Charles Darwin, a Stanford University promoveu uma série de palestras sobre “o legado de Darwin”. São várias horas, prepare-se. Acima, o vídeo de abertura. Aqui, acesso à “playlist” que traz todas as palestras.

Autor: - Categoria(s): Ciência, Educação Tags:
28/01/2009 - 06:32

Iron Maiden abrirá hotel em abril

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Uma daquelas notícias estranhas que vez ou outra aparecem: o grupo de rock Iron Maiden vai abrir um hotel em Londres. A inauguração está prevista para o mês de abril. Espera-se que os hóspedes se comportem civilizadamente, como todo bom roqueiro. Acima, Jimmy Page bebe um pouco. Li no Times de Londres.

Autor: - Categoria(s): Música, Turismo Tags: ,
28/01/2009 - 06:21

Cochilo: o guia do especialista

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Da série “dicas para o nosso conturbado e estressante cotidiano”: jornalista do jornal The Guardian ensina como tirar um bom cochilo. A matéria acompanha um infográfico (clique na imagem acima para ampliar).

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
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