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Arquivo de janeiro, 2009

30/01/2009 - 08:19

M.I.A. no “Wall Street Journal”

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O Wall Street Journal de hoje traz uma curta entrevista com a cantora M.I.A, afirmando que ela foi catapultada da cena underground experimental para o topo do mundo do entretenimento com a indicação ao Oscar de melhor canção (da trilha do filme “Slumdog Millionaire”).

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
30/01/2009 - 07:02

O jornal diário no computador, em 1981

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Muitos anos antes da internet tornar-se uma realidade ao alcance de todos, o jornal San Francisco Examiner já tentava fazer com que os primeiros usuários de computadores, no ano de 1981, lessem a edição do jornal online. A reportagem em vídeo acima é um achado nostálgico na linha do tempo do jornalismo. No final, a âncora informa que o processo para receber a edição do jornal pela linha telefônica demorava mais de duas horas. Outros tempos.

Autor: - Categoria(s): Jornalismo Tags:
30/01/2009 - 06:50

Pedalando com estilo

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Andar de bicicleta é chique para caramba, como mostra o blog Copenhagen Cycle Chic, que traz registros fotográficos comprovando a tese. Gostei. Acima, Ellen Page mostra como se faz. (Dica da Marcia Bindo).

Autor: - Categoria(s): Comportamento, sociedade Tags:
30/01/2009 - 06:45

Roupas de bonecas, por Cindy Sherman

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Sugestão de vídeo: “Doll Clothes” (Roupas de Boneca), um dos primeiros filmes em super-8 realizados por Cindy Sherman. Foi realizado em 1975 e, desde então, foi pouco visto. Tem pouco mais de dois minutos. E é mudo.

Autor: - Categoria(s): Artes Plásticas, videoarte Tags: ,
30/01/2009 - 06:32

Margaret Thatcher Guevara

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Os editores de arte da revista Prospect fotochoparam uma imagem de Margaret Thatcher, fundindo com uma de Ernesto Guevara. Tudo isso para ilustrar a matéria “Rise of the red Tories“, de Phillip Blond, destaque da edição de fevereiro.

Autor: - Categoria(s): Design, economia, internacional, política Tags:
30/01/2009 - 06:25

Os bebês sabem: sujeira é bom

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Os bebês costumam colocar sujeira na boca — e esse é um bom hábito, informa esta matéria publicada pelo New York Times (uma das mais lidas no site do jornal).

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
30/01/2009 - 06:16

Uma música

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Para começar o fim de semana, Los Fabulosos Cadillacs: “Mal Bicho“. Bacana.

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
30/01/2009 - 06:10

“Ousarei perturbar o universo?”

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Taí: meu poema em inglês favorito: “The Love Song of J. Alfred Prufock”, de T.S. Eliot. Neste link, a íntegra do poema, no original. Acima, uma boa leitura. Procurei a tradução da Gilda de Mello e Souza mas não achei. Se alguém tiver por favor me mande. Abaixo, a tradução de Ivan Junqueira (costumo acompanhar com o áudio, mas é apenas um hábito):

“Sigamos então, tu e eu,
Enquanto o poente no céu se estende
Como um paciente anestesiado sobre a mesa;
Sigamos por certas ruas quase ermas,
Através dos sussurrantes refúgios
De noites indormidas em hotéis baratos,
Ao lado de botequins onde a serragem
Às conchas das ostras se entrelaça:
Ruas que se alongam como um tedioso argumento
Cujo insidioso intento
É atrair-te a uma angustiante questão . . .
Oh, não perguntes: “Qual?”
Sigamos a cumprir nossa visita.

No saguão as mulheres vêm e vão
A falar de Miguel Ângelo.

A fulva neblina que roça na vidraça suas espáduas,
A fumaça amarela que na vidraça seu focinho esfrega
E cuja língua resvala nas esquinas do crepúsculo,
Pousou sobre as poças aninhadas na sarjeta,
Deixou cair sobre seu dorso a fuligem das chaminés,
Deslizou furtiva no terraço, um repentino salto alçou,
E ao perceber que era uma tenra noite de outubro,
Enrodilhou-se ao redor da casa e adormeceu.

E na verdade tempo haverá
Para que ao longo das ruas flua a parda fumaça,
Roçando suas espáduas na vidraça;

Tempo haverá, tempo haverá
Para moldar um rosto com que enfrentar
Os rostos que encontrares;
Tempo para matar e criar,
E tempo para todos os trabalhos e os dias em que mãos
Sobre teu prato erguem, mas depois deixam cair uma questão;
Tempo para ti e tempo para mim,
E tempo ainda para uma centena de indecisões,
E uma centena de visões e revisões,
Antes do chá com torradas.

No saguão as mulheres vêm e vão
A falar de Miguel Ângelo.
E na verdade tempo haverá
Para dar rédeas à imaginação. “Ousarei” E . . “Ousarei?”
Tempo para voltar e descer os degraus,
Com uma calva entreaberta em meus cabelos
(Dirão eles: “Como andam ralos seus cabelos!”)
– Meu fraque, meu colarinho a empinar-me com firmeza o
queixo,
Minha soberba e modesta gravata, mas que um singelo alfinete
apruma
(Dirão eles: “Mas como estão finos seus braços e pernas! “)
– Ousarei
Perturbar o universo?
Em um minuto apenas há tempo
Para decisões e revisões que um minuto revoga.

Pois já conheci a todos, a todos conheci
– Sei dos crepúsculos, das manhãs, das tardes,
Medi minha vida em colherinhas de café;
Percebo vozes que fenecem com uma agonia de outono
Sob a música de um quarto longínquo.
Como então me atreveria?

E já conheci os olhos, a todos conheci
– Os olhos que te fixam na fórmula de uma frase;
Mas se a fórmulas me confino, gingando sobre um alfinete,
Ou se alfinetado me sinto a colear rente à parede,
Como então começaria eu a cuspir
Todo o bagaço de meus dias e caminhos?
E como iria atrever-me?

E já conheci também os braços, a todos conheci
– Alvos e desnudos braços ou de braceletes anelados
(Mas à luz de uma lâmpada, lânguidos se quedam
Com sua leve penugem castanha!)
Será o perfume de um vestido
Que me faz divagar tanto?
Braços que sobre a mesa repousam, ou num xale se enredam.
E ainda assim me atreveria?
E como o iniciaria?

Diria eu que muito caminhei sob a penumbra das vielas
E vi a fumaça a desprender-se dos cachimbos
De homens solitários em mangas de camisa, à janela
debruçados?

Eu teria sido um par de espedaçadas garras
A esgueirar-me pelo fundo de silentes mares.

E a tarde e o crepúsculo tão .docemente adormecem!
Por longos dedos acariciados,
Entorpecidos . . . exangues . . . ou a fingir-se de enfermos,
Lá no fundo estirados, aqui, ao nosso lado.
Após o chá, os biscoitos, os sorvetes,
Teria eu forças para enervar o instante e induzi-lo à sua crise?
Embora já tenha chorado e jejuado, chorado e rezado,
Embora já tenha visto minha cabeça (a calva mais cavada)
servida numa travessa,
Não sou profeta – mas isso pouco importa;
Percebi quando titubeou minha grandeza,
E vi o eterno Lacaio a reprimir o riso, tendo nas mãos meu
sobretudo.
Enfim, tive medo.

E valeria a pena, afinal,
Após as chávenas, a geléia, o chá,
Entre porcelanas e algumas palavras que disseste,
Teria valido a pena
Cortar o assunto com um sorriso,
Comprimir todo o universo numa bola
E arremessá-la ao vértice de uma suprema indagação,
Dizer: “Sou Lázaro, venho de entre os mortos,
Retorno para tudo vos contar, tudo vos contarei.”
– Se alguém, ao colocar sob a cabeça um travesseiro,
Dissesse: “Não é absolutamente isso o que quis dizer
Não é nada disso, em absoluto.”

E valeria a pena, afinal,
Teria valido a pena,
Após os poentes, as ruas e os quintais polvilhados de rocio,
Após as novelas, as chávenas de chá, após
O arrastar das saias no assoalho
– Tudo isso, e tanto mais ainda? –
Impossível exprimir exatamente o que penso!
Mas se uma lanterna mágica projetasse
Na tela os nervos em retalhos . . .
Teria valido a pena,
Se alguém, ao colocar um travesseiro ou ao tirar seu xale às
pressas,
E ao voltar em direção à janela, dissesse:
“Não é absolutamente isso,
Não é isso o que quis dizer, em absoluto.”

Não! Não sou o Príncipe Hamlet, nem pretendi sê-lo.
Sou um lorde assistente, o que tudo fará
Por ver surgir algum progresso, iniciar uma ou duas cenas,
Aconselhar o príncipe; enfim, um instrumento de fácil
manuseio,
Respeitoso, contente de ser útil,
Político, prudente e meticuloso;
Cheio de máximas e aforismos, mas algo obtuso;
As vezes, de fato, quase ridículo
Quase o Idiota, às vezes.

Envelheci . . . envelheci . . .
Andarei com os fundilhos das calças amarrotados.

Repartirei ao meio meus cabelos? Ousarei comer um
pêssego?
Vestirei brancas calças de flanela, e pelas praias andarei.
Ouvi cantar as sereias, umas para as outras.

Não creio que um dia elas cantem para mim.

Vi-as cavalgando rumo ao largo,
A pentear as brancas crinas das ondas que refluem
Quando o vento um claro-escuro abre nas águas.

Tardamos nas câmaras do mar
Junto às ondinas com sua grinalda de algas rubras e castanhas
Até sermos acordados por vozes humanas. E nos afogarmos.”

Autor: - Categoria(s): literatura, Livros Tags: ,
29/01/2009 - 07:12

“Academic Earth” mostra palestras na web

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Vale a pena conhecer o recém-lançado Academic Earth, ainda em versão beta. Para resumir, o site traz palestras em vídeo realizadas em várias universidades americanas. Pelo que entendi, os vídeos já estavam espalhados por aí e o que o portal faz é organizá-los de uma forma inteligente. Boa fonte de cultura. O serviço ainda está um pouco instável mas não custa gravar entre os favoritos.

Autor: - Categoria(s): Educação, internet Tags:
29/01/2009 - 07:03

Todo mundo quer lançar um livro

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Esta reportagem de Motoko Rich, do New York Times, descortina uma tendêndia do mercado editorial — ao menos do mercado norte-americano: enquando as editoras de livros tradicionais lutam contra a crise (e contra a falta de leitores), empresas especializadas em publicar “edições do autor”, obviamente cobrando por isso, florescem e lucram. Em 2008, a Author Solutions, uma dessas empresas, publicou 13 mil títulos (12% a mais do que no ano anterior). Este mês, seus donos compraram uma rival, a Xlibris, e o total combinado de títulos lançados chega a 19 mil em 2008, quase seis vezes mais que a Random House, a maior editora do mundo.

Autor: - Categoria(s): Livros, negócios Tags: ,
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