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Arquivo de dezembro, 2008

18/12/2008 - 06:37

O futuro da internet (3)

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Para quem se interessa pelo tema: o Pew Internet & American Life Project acaba de publicar a terceira edição do estudo “The Future of Internet” (arquivo em PDF). A dica é do Flavio Monteiro. Para ilustrar, trabalho de Paul Chan.

Autor: - Categoria(s): internet Tags:
18/12/2008 - 06:27

Um cartum

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Autor: - Categoria(s): cartum Tags:
18/12/2008 - 06:20

“Eu quero assassinar a pintura”

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O Wall Street Journal fez uma boa matéria sobre a exposição Joan Miró: Painting ant Anti-Painting, que fica no Museu de Arte Moderna de Nova York até o dia 12 de janeiro. Na entrada, uma frase do artista: “Eu quero assassinar a pintura”. Quem tiver a chance de passar por lá, deve incluir a mostra no roteiro. Uma galeria de imagens acompanha o texto. Acima, “Dois filósofos”, de 1936.

Autor: - Categoria(s): Artes Plásticas Tags:
18/12/2008 - 06:15

Os podcasts de Oxford

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Neste link, a variada coleção de podcasts da University of Oxford. São 118 feeds no total. Vale uma olhada. Na faculdade de filosofia, por exemplos, estão as “John Locke Lectures“. Acima, John Locke (não confundir com o homônimo). (Dica do Pedro Mattos).

Autor: - Categoria(s): Educação, internet Tags:
18/12/2008 - 06:09

Uma música

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Para começar a quinta-feira, “After the Rain“, com a banda Little Dragon. Não conhecia. Gostei da cantora, Yukimi Nagano.

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
18/12/2008 - 06:07

“Depois a gente morre e esquece tudo”

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Circular: “(…) Vou lhe dizer a que ponto um homem pode despencar. Tinha uma música do B. B. King que dizia: ‘Ninguém me ama, a não ser minha mãe/ E ela também pode estar só fingindo’.

O mal está de tocaia ali onde a frustração faz a sua morada.

Todos os meus filhos se chamam George Foreman.

Mudar a natureza da gente é a coisa mais difícil. Mas descobri que a gente pode ser aquilo que escolher.

Conquistar o título pela segunda vez, contra Michael Moore, foi um momento especial. Porém não foi nada além disso. Uma semana depois, as pessoas me cobriam de elogios, e foi duro, porque tive de agir como se aquilo ainda fosse importante. Mas já tinha acabado.

Pregar é a coisa mais original que já fiz. Não tem nada de simples. A gente tem de ter coragem.

Perder a mãe é a perda mais misteriosa que existe. Sabe aquele jeito como os astronautas andam no espaço, presos à nave espacial por um cabo? Na hora em que a gente descobre que a mãe morreu, a gente se sente como se o cabo tivesse arrebentado e se soltado da nave espacial. A gente fica lá flutuando no vazio. Flutuando… Flutuando… Lembro que a minha filha telefonou e disse: ‘Não se preocupe. Eu já estou indo para aí’. E de repente o cabo se prendeu de novo e eu estava ancorado outra vez.

A primeira coisa que me veio à cabeça quando assinei o contrato do George Foreman Grill, pelo valor de 137,5 milhões de dólares, foi: vou fazer minhas irmãs ficarem milionárias. Depois de tantos anos, elas vão afinal ficar milionárias. E ficaram milionárias mesmo − com os mesmos velhos problemas de todo mundo.

Eu adoro o Joe Frazier. Ele foi um cara original desde o início. Alguns anos atrás, Joe, Muhammad e eu fizemos um vídeo na Inglaterra. Depois da gravação, a gente foi a um jantar beneficente com alguém da família real. Estavam servindo costeletas de carneiro com gelatina de menta − uma comida maravilhosa. O garçom perguntou: ‘Posso lhe servir mais alguma coisa?’ E o Joe disse: ‘Quero mais um pouco da geléia verde’. O garçom respondeu: ‘O senhor se refere ao molho de menta?’ Joe respondeu: ‘Dá na mesma’. Aí eu pensei: Há gente que tem muitas caras, uma cara para um e outra cara para outro. Mas esse homem tem só uma cara. ‘Dá na mesma.’ Se você entendeu o que ele disse, por que precisa corrigir?

Não consigo parar de fazer exercício.

Depois que perdi para o Ali, no Zaire, espalhei para todo mundo que fui roubado. As cordas estavam frouxas, a água estava batizada com drogas… Então, quando mudei a minha natureza, me dei conta da minha mancada. Por que eu tinha de cuspir na vitória daquele grande homem?

Liguei para Muhammad Ali outro dia. Falei: ‘Muhammad, acho que agora eu posso derrotar você numa revanche’. Ele respondeu: ‘Está maluco!’ Ele não fala depressa, mas me disse: ‘George, vou aí visitar você’. Falou com amor. Não, eu não tenho mágoas.

Minha mãe me dizia: ‘A gente vive e aprende. Depois a gente morre e esquece tudo’.”

(George Foreman, na foto, em “O que aprendi“, publicado na Piauí).

Autor: - Categoria(s): circular Tags:
17/12/2008 - 11:50

Sobre aviões e drinks

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Questão jurídica: alguém pode ficar bêbado dentro de um avião e depois processar a companhia aérea por servir muita bebida alcoólica no vôo? Tem um caso desse tipo envolvendo a United Airlines e um casal. O Chicago Tribune noticiou. A ilustração eu peguei aqui, numa coleção de fotos de aeromoças do passado. Mais aeromoças “vintage” aqui.

Autor: - Categoria(s): aviação, curiosidades Tags:
17/12/2008 - 06:56

Nu com a mão no bolso

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“Modelos vivos” franceses querem aumento de salário. Acho justo. A matéria saiu no The Guardian.

Autor: - Categoria(s): Artes Plásticas, Comportamento Tags: ,
17/12/2008 - 06:47

Arquivo de jornais australianos na web

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A Biblioteca Nacional da Austrália digitalizou sua coleção de jornais, de 1803 a 1954 (por enquanto). O serviço já está disponível em versão beta. Fuçar em arquivos antigos sempre é divertido. E vale olhar, também, para ver como a ferramenta foi construída, como é a navegação etc.

Autor: - Categoria(s): internet, Jornalismo Tags: ,
17/12/2008 - 06:37

Meca e os arquitetos não-muçulmanos

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Saiu no blog do Rogério Pacheco Jordão: “O site da revista The Economist traz um artigo curioso. Segundo a revista, os planos de rei Abdullah, da Arábia Saudita, de reformar a mesquita de Haran, em Meca (cidade sagrada para os muçulmanos), está gerando polêmica. A idéia seria ampliar a capacidade da mesquista – o principal centro de peregrinação do Islã – de 900 mil para 1,5 milhão de pessoas.

O problema é que foram chamados (ou consultados) para a tarefa dois arquitetos não-muçulmanos…e ingleses! E como na mesquisa é proibida a entrada de não-muçulmanos, se aprovados, os dois arquitetos ocidentais terão de elaborar o projeto e ‘acompanhar” as obras à distância.'”

Autor: - Categoria(s): arquitetura, religião Tags:
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