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Arquivo de outubro, 2008

31/10/2008 - 09:33

As 50 melhores invenções de 2008

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A nova edição da Time, que chega às bancas hoje, publicou uma matéria especial mostrando quais foram “as 50 melhores invenções de 2008“. OK.

Autor: - Categoria(s): Ciência, internet, Tecnologia Tags:
31/10/2008 - 09:15

Os maratonistas de mais de 80 anos

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No Wall Street Journal de hoje, uma matéria sobre maratonistas de mais de 80 anos. Inspirador para os jovens sedentários. No site, um vídeo complementa a reportagem.

Autor: - Categoria(s): Comportamento, Esportes Tags:
31/10/2008 - 07:01

Pôsters do antigo regime soviético

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Este site que encontrei ontem contém uma boa coleção de pôsters de propaganda política da antiga União Soviética. Pode ser uma boa fonte de referências para designers e ilustradores. Aqui, uns exemplos.

Autor: - Categoria(s): Design, história, ilustração, política Tags: ,
31/10/2008 - 06:39

O bebê ginasta

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Como escreveu o autor do post sobre o vídeo acima, é difícil acreditar que seja verdade. Mas parece que é. Coisas da internet. Via Boing Boing. (Atualização: ih, o vídeo já foi retirado do ar. Coisa chata. Tente neste link aqui, acho que dá pra ver, também).

Autor: - Categoria(s): internet, Turismo Tags:
31/10/2008 - 06:29

Uma banda: The Stumblebums

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Uma banda que eu conheci hoje: The Stumblebums. Bacana. Tudo indica que os rapazes são figuras conhecidas no metrô de Nova York.

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
31/10/2008 - 06:18

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Circular: “(…) Não dá para apostar na depuração, desculpem. Se algo de melhor tiver de surgir no Brasil – já nem digo para os nossos olhos, mas para os nossos filhos – será germinado nas vias capilares da sociedade, como uma linfa que circula em circuitos mínimos, a salvo das instituições e do sistema político. O Brasil é um país grande; grande e medíocre. O politicamente correto está muito perto do politicamente corrupto. Não há salvação em grande escala. Apenas no nosso bairro. Talvez em todos os bairros. Um projeto global é apenas uma maneira de nos iludirmos, assim tem sido.

Vejamos o que o escritor suíço Friedrich Dürrenmatt (1914-1999) disse sobre sua terra, que parece o oposto da nossa, até pelo discreto zelo com que acolhe o excedente dos custos das obras públicas que aqui são superfaturadas: ‘Penso ser obrigação de todo mundo, neste país tão ordenado, instalar pequenas ilhas de desordem, nem que sejam secretas’. Nesta frase, também vale a pena pegar carona, já que hoje cedo às citações. Parafraseio Dürrenmatt e, com relação ao Brasil, digo que neste país tão pródigo de bandalhos cabe-nos instalar pequenas ilhas de ordem – sobretudo secretas, para que não possam ser detectadas pelas antenas da mídia nem sepultadas na brilhantina dos projetos políticos.
O que é isso? Não sei. Se essa coisa tivesse um nome pronunciável, agora, já estaria comprometida, na origem, como objeto do desejo ou da esperança de um homem (eu) que sonhou saídas para o Brasil dentro das categorias de pensamento impostas por homens (políticos, administradores, sociólogos, economistas, enfim) que sabem coisas que nunca consegui aprender, e que começam com um nó de gravata. Nessas coisas, eu não acredito mais. No entanto, acredito em outra. Não sei exatamente o que seja, nem estou preocupado com isso. Talvez seja apenas o vago pressentimento, quase supersticioso, de que o Brasil vai ter de dar certo um dia. Fyodor Dostoévski (1821-1881) disse assim: ‘Os nossos sonhos acabam por se realizar, mas de um modo tal que já não podemos reconhecê-los’. Belo, não? E também cruel. Paro por aqui. Para quem não gosta de citações, fui longe demais.” (Renato Modernell em “Brilhantina e Bandalheira“).

Autor: - Categoria(s): circular Tags:
31/10/2008 - 06:18

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Circular: “(…) Não dá para apostar na depuração, desculpem. Se algo de melhor tiver de surgir no Brasil – já nem digo para os nossos olhos, mas para os nossos filhos – será germinado nas vias capilares da sociedade, como uma linfa que circula em circuitos mínimos, a salvo das instituições e do sistema político. O Brasil é um país grande; grande e medíocre. O politicamente correto está muito perto do politicamente corrupto. Não há salvação em grande escala. Apenas no nosso bairro. Talvez em todos os bairros. Um projeto global é apenas uma maneira de nos iludirmos, assim tem sido.

Vejamos o que o escritor suíço Friedrich Dürrenmatt (1914-1999) disse sobre sua terra, que parece o oposto da nossa, até pelo discreto zelo com que acolhe o excedente dos custos das obras públicas que aqui são superfaturadas: ‘Penso ser obrigação de todo mundo, neste país tão ordenado, instalar pequenas ilhas de desordem, nem que sejam secretas’. Nesta frase, também vale a pena pegar carona, já que hoje cedo às citações. Parafraseio Dürrenmatt e, com relação ao Brasil, digo que neste país tão pródigo de bandalhos cabe-nos instalar pequenas ilhas de ordem – sobretudo secretas, para que não possam ser detectadas pelas antenas da mídia nem sepultadas na brilhantina dos projetos políticos.
O que é isso? Não sei. Se essa coisa tivesse um nome pronunciável, agora, já estaria comprometida, na origem, como objeto do desejo ou da esperança de um homem (eu) que sonhou saídas para o Brasil dentro das categorias de pensamento impostas por homens (políticos, administradores, sociólogos, economistas, enfim) que sabem coisas que nunca consegui aprender, e que começam com um nó de gravata. Nessas coisas, eu não acredito mais. No entanto, acredito em outra. Não sei exatamente o que seja, nem estou preocupado com isso. Talvez seja apenas o vago pressentimento, quase supersticioso, de que o Brasil vai ter de dar certo um dia. Fyodor Dostoévski (1821-1881) disse assim: ‘Os nossos sonhos acabam por se realizar, mas de um modo tal que já não podemos reconhecê-los’. Belo, não? E também cruel. Paro por aqui. Para quem não gosta de citações, fui longe demais.” (Renato Modernell em “Brilhantina e Bandalheira“).

Autor: - Categoria(s): circular Tags:
30/10/2008 - 07:20

Uma revista virtual de arte: “Hilda”

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A Hilda é uma revista virtual que trata de arte contemporânea em geral (com ênfase nas artes visuais, como fotografia, artes plásticas, vídeos etc.) Vale uma olhada. Acima, três trabalhos da brasileira Janaína Tschäpe que eu descobri por lá, da série “100 pequenas mortes”. (Dica do Marcos Alves).

Autor: - Categoria(s): Artes Plásticas, cultura, internet Tags: , ,
30/10/2008 - 07:10

O amadurecimento de Matt Savage

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A seção de cultura do Wall Street Journal destacou o trabalho do jovem pianista Matt Savage, de apenas 16 anos, pegando como gancho o lançamento de seu novo álbum, “Hot Ticket”. Não conhecia o garoto. E olha que ele começou bem cedo (vídeo do YouTube).

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
30/10/2008 - 07:01

Revista seleciona 25 praias secretas

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A Travel + Leisure publicou em seu site uma lista, com galeria de imagens, de “25 praias secretas” pelo mundo. Os editores escolheram destinos no Chile, no Quênia, em Belize (foto) na Bulgária etc. (entre lá e clique em “See our slideshow”). Só tem uma do Brasil, em São Miguel dos Milagres, em Alagoas (ou “Alogoas”, como escreve a revista). Ok.

Autor: - Categoria(s): Turismo Tags:
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