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Arquivo de novembro, 2007

28/11/2007 - 08:02

"Une Chaise à Tokyo"

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Uma música francesa para a quarta-feira: “Une Chaise à Tokyo“, de Benjamin Biolay. O clipe é ótimo. Via Comunismo da Forma.

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
28/11/2007 - 08:00

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Circular: “Estamos habituados a associar a noção de êxtase aos grandes momentos místicos. Mas existe o êxtase cotidiano, banal, vulgar: o êxtase da raiva, o êxtase da velocidade ao volante, o êxtase do atordoamento pelo barulho, o êxtase nos estádios de futebol. Viver é um pesado esforço contínuo em não se perder a si mesmo de vista, em estar sempre solidamente presente em si mesmo, em sua stasis. Basta sair um pequeno instante de nós mesmos para tocarmos o domínio da morte.” (Milan Kundera)

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28/11/2007 - 08:00

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Circular: “Estamos habituados a associar a noção de êxtase aos grandes momentos místicos. Mas existe o êxtase cotidiano, banal, vulgar: o êxtase da raiva, o êxtase da velocidade ao volante, o êxtase do atordoamento pelo barulho, o êxtase nos estádios de futebol. Viver é um pesado esforço contínuo em não se perder a si mesmo de vista, em estar sempre solidamente presente em si mesmo, em sua stasis. Basta sair um pequeno instante de nós mesmos para tocarmos o domínio da morte.” (Milan Kundera)

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28/11/2007 - 08:00

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Circular: “Estamos habituados a associar a noção de êxtase aos grandes momentos místicos. Mas existe o êxtase cotidiano, banal, vulgar: o êxtase da raiva, o êxtase da velocidade ao volante, o êxtase do atordoamento pelo barulho, o êxtase nos estádios de futebol. Viver é um pesado esforço contínuo em não se perder a si mesmo de vista, em estar sempre solidamente presente em si mesmo, em sua stasis. Basta sair um pequeno instante de nós mesmos para tocarmos o domínio da morte.” (Milan Kundera)

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27/11/2007 - 06:37

Turismo em Honduras

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O Wall Street Journal diz que Roatán, Honduras, é o próximo destino da moda. “Though most Americans have never heard of Roatán, the place is well on its way to becoming the region’s next “it” spot. Cruise companies, airlines and foreign real-estate investors are moving in, bringing new construction projects — and potentially hundreds of thousands of tourists — with them.”

Autor: - Categoria(s): Turismo Tags:
27/11/2007 - 06:27

A ioga facial

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Mais uma invenção do mundo contemporâneo: ioga facial. Saiu na Time. “For people who deem needles too scary and surgery too drastic, the latest anti-aging fad may appeal: facial yoga. Based on the premise that facial muscles, like any other muscle, need exercise to stay toned, enthusiasts of facial yoga say the regular practice of making kissy faces or wagging one’s tongue can reduce worry lines and wrinkles — and even create a little peace within”. Leia aqui.

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
27/11/2007 - 06:11

O ano da medicina

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Um bom especial da Time para consulta: “A to Z Health Guide 2007“.

Autor: - Categoria(s): saúde Tags:
27/11/2007 - 06:05

A música e o kitsch

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Uns minutos de pop bem kitsch para começar a terça-feira: Michael Zager Band, “Let’s all chant“. O clipe é ótimo. Peguei no YouTube francês.

Autor: - Categoria(s): Música Tags:
27/11/2007 - 06:00

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Circular: “Por não sabermos quando vamos morrer, costumamos encarar a vida como um manancial inesgotável. Porém tudo acontece apenas certo número de vezes, na verdade um número bem pequeno. Quantas vezes você ainda vai recordar uma certa tarde de sua infância? Aquela tarde tão profundamente entranhada no seu ser que você sequer poderia conceber sua existência sem ela. Talvez quatro ou cinco vezes mais, ou nem isso. Quantas vezes você ainda vai ver surgir a lua cheia? Talvez vinte, e no entanto até isso dá a impressão de não ter limite.” (Paul Bowles em “O Céu que nos proteje”).

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27/11/2007 - 06:00

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Circular: “Por não sabermos quando vamos morrer, costumamos encarar a vida como um manancial inesgotável. Porém tudo acontece apenas certo número de vezes, na verdade um número bem pequeno. Quantas vezes você ainda vai recordar uma certa tarde de sua infância? Aquela tarde tão profundamente entranhada no seu ser que você sequer poderia conceber sua existência sem ela. Talvez quatro ou cinco vezes mais, ou nem isso. Quantas vezes você ainda vai ver surgir a lua cheia? Talvez vinte, e no entanto até isso dá a impressão de não ter limite.” (Paul Bowles em “O Céu que nos proteje”).

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