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Desculpe a Poeira

20/11/2009 - 07:27h

Tudo já tem logo

Tudo já tem logo. Tudo. Até “Carlito, Robinho e Dieguito”. (Dica do @pnogueira56). Kevin Johansen: “Logo“.

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Categoria: Design, Música

 

20/11/2009 - 07:13h

Jimi Hendrix toca “Like a Rolling Stone”

Um daqueles bons achados do YouTube: Jimi Hendrix toca “Like a Rolling Stone“, de Dylan, no Monterey Festival.

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Categoria: Música

 

20/11/2009 - 06:37h

Cidades de HQs

AJ Top Five: Comic Book Cities from The Architects’ Journal on Vimeo.

O Architect’s Journal fez uma seleção de cidades memoráveis e inspiradoras do mundo dos quadrinhos. (Via site da Piauí).

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Categoria: Uncategorized

 

20/11/2009 - 06:37h

Uma animação: “I Met The Walrus”

Uma animação (feita a partir de uma entrevista que John Lennon deu ao adolescente John Levitan em 1969): “I Met The Walrus“. Em inglês.

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Categoria: animação

 

20/11/2009 - 06:12h

“Câmeras digitais elevam a arte da fotografia”

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Via Techno Tuesday.

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Categoria: HQ, cartum, humor

 

20/11/2009 - 06:03h

The Who: “Won’t Get Fooled Again”

Para começar o dia, The Who: “Won’t Get Fooled Again“.

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Categoria: Música

 

19/11/2009 - 07:07h

Perdendo a paternidade

pais

Pauta interessante que estará na revista do New York Times do próximo fim de semana: pais que descobrem, por meio de testes de DNA, que não são os verdadeiros pais de seus filhos. Além dos dramas pessoais, a matéria aborda a questão do ponto de vista jurídico.

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Categoria: Comportamento, sociedade

 

19/11/2009 - 06:20h

“Uma lista de coisas que nunca me pareceram fazer sentido algum numa discussão”

typewriter640328889_1c5fcc9772_oDo meu baú de guardados, resgatei um texto do Alexandre Soares Silva que “vale a pena ver de novo”. Segue.

Polêmicas

“A Internet é o fim da profissão de jornalista. Ou pelo menos da dignidade dela. O mais digno, barrigudo e pomposo jornalista corre o risco de ser xingado por um molequinho em Mogi das Cruzes. Ou de ser contestado num detalhe qualquer por um sujeito vagamente desequilibrado que mora entre pilhas de jornais velhos no Baixo Leblon. Não importa se o texto estava liricamente, solenemente, melancolicamente, maravilhosamente escrito. O sujeito do Baixo Leblon coloca logo abaixo do texto: “Adolpho Bloch nunca disse isso, e posso provar†– seguido de nove parágrafos com citações, inclusive, do próprio Adolpho Bloch dizendo que nunca disse isso. Logo abaixo, uma mensagem do molequinho de Mogi das Cruzes: “Hua hua hua hua! O cara mentiu malandro! Se liga mané!!!!!!! Valeeeeeeuuuuuuu!!!!â€

Assim não há dignidade que resista. Mas pior que isso é que não há texto que resista. Cartas furiosas de leitores furiosos, cartas chatas de leitores chatos – essas coisas sempre existiram. Mas agora a fúria e a chatice ficam logo ali abaixo do texto, estragando todo o efeito da coisa. Piadas do jornalista são estragadas por piadas piores dos leitores. A ironia sutil do texto é estragada com a palavra “engraçadinhoâ€; o lirismo de uma passagem é estragado com a palavra “viadoâ€; a melancolia cuidadosamente planejada dos parágrafos é estragada com as palavras “auto-piedadeâ€, “coitadinho†e “snif-snifâ€. Um golpe duro, um golpe duro…

Com o propósito de salvar a profissão de jornalista, proponho, portanto, a obediência a certas regras de polêmica. Não porque eu queira poupar o jornalista digno e pomposo do primeiro parágrafo – quem se importa com ele? Não, não. Minha preocupação é que, nesse sistema de comentários seguido por um bom número de jornais online, mesmo o maior dos jornalistas, o mais inteligente e engraçado e espirituoso, não sobreviveria. Leitores exigiriam que ele dissesse em que fatos (com datas, se possível) ele baseou determinado witticism. Estragariam o efeito de seus paradoxos ao notarem truculentamente que eles envolvem uma certa contradição. E – horror dos horrores – pediriam que ele “definisse os seus termosâ€! Há certos golpes baixos na polêmica que simplesmente não podem ser tolerados.

Eis aqui uma pequena, provisória lista de coisas que nunca me pareceram fazer sentido algum numa discussão:

1) O golpe do “Não Generalizeâ€- Uma das coisas que as pessoas deveriam ter em mente, quando debatem com um jornalista polêmico, é que ele sabe que existem exceções. Acredite, ele sabe. Não fique apontando o óbvio para ele, que é muito rude. Não fique dizendo: “Nem todo tenista é burroâ€. Ele sabe. Talvez até conheça dois ou três que não são burros. A questão é que é muito menos chato escrever “todos os tenistas são burros†do que escrever “há um grande número de atletas profissionais (não só tenistas, é claro) que não são assim, digamos, muito inteligentes. Mas faço questão de frisar que há exceçõesâ€. Portanto, regra número um: generalizar é divertido. Deixe o generalizador em paz. Ele sempre sabe que há exceções.

2) O golpe do “Não queira comparar†– Ah, esse é velho, e muito popular. Não se pode fazer comparação alguma sem que alguém diga: “Você está querendo comparar Jesus Cristo com Agnaldo Timóteo? Trotsky com Sharon Stone? Eliot com Cacaso?†Meu Deus, e daí? Sim, estou comparando. Comparações só podem ser feitas entre coisas diferentes. Exatamente para ver a diferença. Você compara uma melancia com a lua e conclui que uma é um bocado maior do que a outra. Mas você não compara uma melancia com precisamente a mesma melancia. É preciso ao menos que seja outra melancia, o que significa uma melancia diferente. É para isso mesmo que comparações servem! “Não que eu queira me comparar com Van Gogh, mas…†Mas o quê? Se compare, idiota!

3) O golpe do Ataque Ad Hominem – O bom e velho xingamento gratuito. Nem é preciso explicar porquê isso não deveria ser feito. O texto é sobre matemática, digamos – e o leitor desqualifica o autor porque, segundo fontes confiáveis, “ele é corcundaâ€. Que feio, que feio. Esse tipo de recurso só é válido, é claro, se o xingamento for ao menos engraçado – alguma piadinha sobre corcundas e áreas cônicas, ou algo assim. Mas essa piada tem que ser um pouco elaborada. Um xingamento puro e simples, ou um xingamento com sarcasmo puro e simples, mas sem um toque de ironia, é um comportamento digno de labregos.

4) O golpe do “Explique-se Melhorâ€- Também conhecido como o golpe do “Hein?â€, ou “Não entendiâ€, ou “Fale Sérioâ€, ou “Baseado em Quê Você Diz Isso?â€. Não há piada ou frase de espírito ou boutade ou witticism que resista a isso. É como aquele sujeito que pede para que lhe expliquem a piada. Por favor, não peça ao autor da frase espirituosa que justifique sua afirmação em 500 palavras ou menos, usando trechos de jornais de época e bibliografia selecionada. Esse é um dos golpes mais hediondos do manual.

5) O golpe do “Debateâ€- Ah, a mania do “debateâ€. Não basta a alguém escrever um texto brilhante – na Internet, ele tem que “debater†cada ponto de vista, sob o risco de ser considerado um idiota que não sabe o que diz. Não basta que o regime de governo seja democrático; é preciso que os sites sejam democráticos, com textos democráticos e comentários democráticos, em que leitores democráticos interpelam democraticamente as boutades do escritor democrático até levá-lo a um democrático suicídio. É como se Ibsen tivesse escrito as suas peças apenas para “debater†com qualquer badameco que se sentasse na sua mesa de café em Cristiânia. Ou Oscar Wilde tendo que “debater†seus ensaios com um estudante de sociologia de Goiás. “Não fuja, não fuja! Você não terminou de explicar como fica aquela sua frase sobre a classe média à luz dos conceitos de Durkheim!†(…)”.

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Categoria: Jornalismo, internet

 

19/11/2009 - 06:11h

EUA: fotos de paparazzi desvalorizam

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O Daily Beast informa que o valor das fotos de paparazzi, nos Estados Unidos, caiu 31%. E no Brasil, como andará esse mercado?

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Categoria: Jornalismo, fotografia

 

19/11/2009 - 06:09h

“The Times”: os 100 livros da década de 00

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Começaram a sair as listas de fim de ano. O The Times escolheu os 100 Melhores Livros da Década. “Dentes Brancos”, de Zadie Smith (foto), está na 20ª posição.

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Categoria: Livros

 

19/11/2009 - 06:00h

A relatividade de Einstein

A relatividade de Einstein: “Foi rápido para você.”

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Categoria: cartum

 

18/11/2009 - 07:21h

Elizabeth Lambert, a zagueirona de estilo agressivo que virou celebridade na web

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Estava demorando para alguém fazer essa pauta: o New York Times publicou uma matéria sobre Elizabeth Lambert (foto), a zagueirona do time de futebol da Universidade do Novo México que ficou famosa pelo seu estilo (bastante ) agressivo de marcação, como mostrou esta reportagem em vídeo que circulou um bocado pela web. Praticamente todos os fãs do esporte com acesso à internet puderam conhecer as táticas defensivas de Lambert, que disse estar arrependida. “Esse não é o tipo de jogadora que eu sou”. Depois do incidente, ela foi suspensa do time.

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Categoria: Esportes, futebol

 

18/11/2009 - 06:49h

50 anos depois: “The Guardian” volta ao local do crime de “A Sangue Frio”

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Há 50 anos, um múltiplo assassinato devastou a cidade de Holcomb, Kansas, nos Estados Unidos, e inspirou Truman Capote a escrever o livro “A Sangue Frio“, uma das grandes obras da literatura americana do século 20. O jornal The Guardian resolveu apostar na pauta e mandou um jornalista voltar ao local do crime, 50 anos depois: o resultado é a matéria “In Cold Blood, Half a Century On“.

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Categoria: Jornalismo, Livros

 

18/11/2009 - 06:26h

Capa da “Esquire”: etiqueta atrapalhou a “realidade aumentada”

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O título do post que eu peguei no Gawker explica tudo: “Revista do Futuro estragada por Sistema de Entregas de Revista do Passado”. É só olhar a foto. Tascaram a etiqueta do assinante em cima do quadrado da “realidade aumentada”. Como disse um amigo, “é para a gente não perder fé na estupidez humana”. O relações públicas da revista até explica que dá para tirar a etiqueta – mas ele mesmo reconhece que isso pode não dar certo (e, por isso, diz que na página 8 tem uma cópia do quadrado).

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Categoria: Jornalismo, Tecnologia

 

18/11/2009 - 06:23h

Michelin: só o marido sabe que ela é crítica do Guia

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A Carta do Editor, da Editora Abril, destacou uma matéria de John Colapinto sobre o “Guia Michelin”:  

“Em mais de cem anos de história, o Guia Michelin consolidou a fama de bíblia da gastronomia mundial em cima de dois pilares. O primeiro está no rigor das avaliações. O outro, na independência dos seus profissionais, que pagam pelas refeições como clientes comuns e são desconhecidos por todos – ou quase todos, pois a revista New Yorker traz uma inédita entrevista com um desses críticos. Sem abrir mão do anonimato, a profissional do Michelin aceitou falar sobre seu trabalho. Segundo ela, todos no Guia são treinados para entrar e sair do restaurante sem tomar uma nota. Devem guardar tudo na memória. Como escolher qual prato julgar no menu?  ‘Prefiro receitas com muitos ingredientes e bastante complexas para ver do que os cozinheiros são capazes’, disse na reportagem. Um pouco para matar a curiosidade geral, o Guia Michelin acaba de lançar um site explicando as razões de tanto segredo. Mesmo os mais graduados executivos da Michelin não conhecem quem trabalha para eles na concessão das cobiçadas estrelas. A crítica que falou à New Yorker jura que só uma pessoa no mundo sabe o que ela faz: seu marido.”

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Categoria: Gastronomia, Jornalismo

 

18/11/2009 - 06:10h

HQs: Joe Kubert venderá seus trabalhos

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Para fãs de HQs: Joe Kubert, 83 anos, ilustrador de HQs desde 1938, não tem interesse por seus trabalhos acumulados nas útimas sete décadas. Os fãs podem ganhar com isso: o célebre ilustrador americano venderá a partir de sexta-feira 18 capas e páginas internas de sua autoria. O New York Times fez uma matéria sobre o assunto. Neste link, uma galeria de imagens.

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Categoria: HQ, ilustração

 

18/11/2009 - 06:00h

“Terapia do iPod” para pacientes com Alzheimer

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Segundo reportagem publicada pelo Wall Street Journal, escutar música ajuda a estimular as memórias perdidas e até a restaurar algumas funções cognitivas em pacientes com demência — ou que sofreram um derrame.

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Categoria: Ciência, Música, medicina, saúde

 

Sobre o autor

Ricardo Lombardi

Jornalista (ex-Estadão, Jornal da Tarde, Último Segundo, America Online, Bravo!, etc; atualmente edita a revista VIP). lombardi@desculpeapoeira.com

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